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Atualizado: 54 minutos 30 segundos atrás

Município de Dubai lança drone de salvamento voador para resgate na praia

qui, 11/10/2018 - 16:27

DUBAI, 11 de outubro de 2018 (WAM) – Como parte de seu empenho em manter a segurança dos usuários de praias públicas no emirado, o Município de Dubai desenvolveu o “Flying Rescuer”, um veículo aéreo não tripulado (UAV).

Comentando o anúncio, Khalid Sharif Al Awadhi, CEO do Setor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança, disse: “O emirado está empenhado em fornecer todos os padrões de segurança para seus residentes e esforços estão sendo constantemente exercidos no Município de Dubai para implementar práticas para melhorar o princípio de segurança especialmente em destinos que estão testemunhando crescimento contínuo no número de visitantes, como praias.

O município presta grande atenção ao desenvolvimento de sistemas de segurança costeira de acordo com os métodos mais recentes e mais avançados. O Flying Rescuer é o primeiro de seu tipo no mundo UAV, que atualmente está sendo usado em todo o mundo projetado apenas para operações de resgate individuais.”

Por sua vez, Alia Al Harmoudi, diretora do Departamento de Meio Ambiente, disse: “O município desenvolveu um excelente UAV local ou drone, cujo design exclusivo é capaz de responder a casos de afogamento em grupo ou individuais. O drone pode transportar até quatro anéis de boias salva-vidas para a área do incidente de afogamento, que pode suportar até oito pessoas que se afogam ao mesmo tempo. Ele também pode ser usado com uma balsa de resgate que inflaciona automaticamente quando toca a água em vez de boias para salvar várias pessoas ao mesmo tempo. O Flying Rescuer dá a resposta inicial ao afogamento, de modo que os salvadores humanos tenham acesso à situação, o que facilita as operações de resgate nos feriados e finais de semana. ”

O Flying Rescuer é uma das inovações mais recentes adicionadas ao Sistema de Resgate e Segurança Costeira executado pelo município, que alcançou zero “mortes” devido a casos de afogamento desde sua abertura em 2016. O número total de casos de resgate e socorro foi de 2.139, dos quais 330 eram casos de afogamento em grupo ou 15 por cento de todas as operações de resgate e socorro a uma taxa de 3 a 4 pessoas se afogando ao mesmo tempo.

O drone consiste em um ventilador duplo montado em quatro braços dobráveis, conhecido como Octa-X8, capaz de transportar uma carga de 8 kg. Ele pode ser controlado remotamente manualmente ou determinando um caminho específico para o dispositivo e ativando-o no modo automático para seguir automaticamente seu caminho. Também é possível controlar remotamente o lançamento de boias de resgate ou jangadas que chegam ao local do afogamento.

O drone também é equipado com duas câmeras, uma para navegação de alta precisão para transmissão de vídeo ao vivo até um quilômetro do ponto de controle e outra para facilitar o lançamento de canos e boias de resgate para a área de afogamento com precisão. O UAV tem uma duração de bateria de até 30 minutos, permitindo vários voos sem ter que recarregar a bateria. Ele também tem a capacidade de operar em altas temperaturas em Dubai no verão.

O UAV é equipado com um sistema integrado para atender o público. O sistema permite que a orientação por voz remota seja fornecida a partir do ponto de controle do dispositivo, o que é muito útil em casos de afogamento coletivo ou no caso de correntes de varredura. (#Envolverde)

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Emirados Árabes Unidos participa da Feira Internacional de Pequenas e Médias Empresas da China em Guangzhou

qui, 11/10/2018 - 16:18

GUANGZHOU, 11 de outubro de 2018 (WAM) – Os Emirados Árabes Unidos (EAU) estão participando como o primeiro parceiro árabe da 15ª Feira Internacional de Pequenas e Médias Empresas da China (CISMEF), inaugurada na última segunda-feira em Guangzhou, cidade da província de Guangdong, e continuará até o dia 13 de outubro.

O pavilhão dos EAU cobre uma área de 1.000 metros quadrados no local, com 78 plataformas diferentes dedicadas às pequenas e médias empresas (PMEs) do país e outras entidades nacionais.

A delegação do país é liderada por Abdullah bin Ahmed Al Saleh, Subsecretário do Ministério da Economia para Assuntos de Comércio Exterior, em nome do Sultão Bin Saeed Al Mansouri, Ministro da Economia e chefe do Conselho de Pequenas e Médias Empresas. A delegação inclui mais de 120 participantes de entidades federais e locais, bem como do setor privado, incluindo quase 85 empresários dos Emirados Árabes Unidos e proprietários de PME do país.

O CISMEF é considerado uma das mais importantes plataformas regionais e internacionais do setor de empreendedorismo, atraindo mais de 200.000 visitantes todos os anos.

Em seu discurso, Abdullah Al Saleh disse que o CISMEF evoluiu para uma plataforma líder de parceria econômica entre as PMEs em nível global e oferece uma oportunidade única para as PMEs dos países participantes trocarem conhecimentos e forjar relações comerciais estratégicas.

Ele disse que as relações bilaterais entre os EAU e a China são robustas e estão crescendo rapidamente, como evidenciado pela intensidade das visitas oficiais e comerciais entre os líderes de ambas as nações. Ele ressaltou que a visita histórica de Xi Jinping, presidente da República Popular da China, a Abu Dhabi há alguns meses desempenhou um papel de destaque na consolidação da parceria entre os dois países.

Al Saleh acrescentou que a China é o maior parceiro comercial não-petrolífero dos Emirados Árabes Unidos e que o comércio externo entre os dois países cresceu 15% em 2017, com um valor total de US $ 53,3 bilhões. Ele disse que os Emirados Árabes Unidos responderam por cerca de 30% do total das exportações da China entre os países árabes e por cerca de 22% do total do comércio árabe-chinês em 2017. A China é um dos dez principais mercados de turismo dos Emirados Árabes Unidos.

Ele destacou que a participação na exposição foi estrategicamente importante, pois proporcionou a oportunidade perfeita para educar o setor privado e empresários sobre as oportunidades de comércio e investimento, e disse que o setor de PMEs era o sustentáculo do desenvolvimento econômico, devido ao qual a Os Emirados Árabes Unidos atribuem a mais alta prioridade a este setor, bem como ao desenvolvimento de um sistema legislativo e de ambiente de negócios que favoreça o apoio aos empreendedores, de acordo com as melhores práticas internacionais.

O Dr. Adeeb Afify, Diretor do Programa Nacional de PMEs, enfatizou que o CISMEF é considerado a maior delegação comercial fora do país, em termos do número de proprietários de PMEs dos Emirados Árabes Unidos que participam da feira, incluindo 85 pequenas e médias empresas nacionais de vários setores de negócios e serviços, ressaltando que a visita vem em linha com os esforços do programa para promover e capacitar os empresários locais para acessar facilmente os mercados externos.

Wang Yongqing, vice-diretor do Ministro da Informação e Indústria e vice-presidente do Comitê Organizador da Feira, disse que o CISMEF é hoje uma das mais importantes exposições internacionais de apoio ao empreendedorismo. Ele destacou a importância da participação dos EAU na exposição como país parceiro, uma vez que desfrutava de fortes relações econômicas e comerciais com a China. Os Emirados Árabes Unidos são o maior parceiro comercial da China no Oriente Médio, bem como um pivô na iniciativa Belt and Road. (#Envolverde)

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DP World, Região dos Emirados Árabes Unidos promove comércio e fabricação na cúpula de negócios

qua, 10/10/2018 - 15:48

A DP World UAE Region sublinhou o seu compromisso em apoiar a diversificação da economia dos EAU e o crescimento do seu próprio setor manufatureiro através da inovação e da tecnologia SMART.

Em um discurso para a terceira Cúpula do Comércio e Indústria do Futuro de 2018, Abdulla bin Damithan, diretor comercial da DP World UAE Region, pediu aos fabricantes que criassem a mudança necessária para transformar vidas e comunidades.

A DP World, Região dos Emirados Árabes Unidos, é a parceira oficial da Zona Franca para o evento de dois dias que atraiu especialistas de vários setores, incluindo aeroespacial, serviços marítimos, produtos farmacêuticos e bens de consumo em movimento, entre outros.

Os participantes incluíram Suhail bin Mohammed Faraj Faris Al Mazrouei, Ministro da Energia e Indústria; Sami Al Qamzi, diretor do Departamento de Desenvolvimento Econômico de Dubai; Dr. Mukhisa Kituyi, Secretário-Geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento; e Dorothy Tembo, diretora executiva adjunta do International Trade Center.

O governo de Dubai pretende aumentar o PIB total em AED165 bilhões até 2030, como parte da Estratégia Industrial de Dubai. Também planeja a criação de 27.000 empregos, com previsão de aumento de exportações de AED16 bilhões. O setor industrial está projetado para crescer em mais AED18 bilhões até 2030.

Falando na conferência, Mohammed Al Muallem, CEO e Managing Director da DP World, Região dos Emirados Árabes Unidos, disse: “Os EAU são um elo vital na cadeia de fornecimento global em 11º lugar no mais recente Índice de Desempenho Logístico do Banco Mundial. É também um pioneiro no teste de tecnologias futuras que desempenharão um papel importante no crescimento futuro. Em 2021, o setor de inteligência artificial deve crescer 55,1%; Blockchain deverá crescer em 61,5 por cento; Automação em 28,1% e energia renovável em 40%. Todos esses setores estão descobrindo que Dubai é uma base ideal devido ao seu foco no comércio e na fabricação”.

“Nossos parques e zonas, especialmente o National Industries Park, estão transformando Dubai no principal centro de produção da região. A manufatura já é o terceiro maior setor de Dubai e estamos bem posicionados para capitalizar as oportunidades apresentadas pelo investimento inteligente em nosso pessoal, tecnologias relevantes e negócios na Quarta Era Industrial. Essas indústrias devem se unir para usar tecnologia e inovação para criar a mudança necessária para transformar vidas e comunidades”, acrescentou.

“Esse é um dos impulsionadores dos esforços da DP World para viabilizar o comércio em toda a nossa rede global. Do porto de Jebel Ali, em Dubai, aos nossos terminais espalhados por mais de 40 países, estamos criando o futuro da cadeia de suprimentos do mundo, tornando-o mais rápido e melhor, trazendo benefícios para as comunidades em que trabalhamos”, concluiu Al Muallem.

WAM / ئ / Rola Alghoul / Nour Salman

(#Envolverde)

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53 países para participar do WETEX 2018

ter, 09/10/2018 - 20:40

DUBAI, 9 de outubro de 2018 (WAM) – A 20ª Exposição de Água, Energia, Tecnologia e Meio Ambiente, WETEX 2018, cobrirá uma área de 78.413 metros quadrados com a participação de mais de 2.100 expositores de 53 países.

O anúncio foi feito por Saeed Mohammed Al Tayer, diretor executivo e CEO da Autoridade de Água e Eletricidade de Dubai (DEWA) e fundador e presidente da WETEX, durante uma coletiva de imprensa na segunda-feira.

Organizado sob o tema “Na vanguarda da sustentabilidade”, o 20º WETEX acontecerá de 23 a 25 de outubro no Centro Internacional de Convenções e Exposições do Dubai. É organizado sob a égide da 5ª Semana Verde para apresentar os mais recentes desenvolvimentos e soluções inovadoras em energia renovável e tradicional em todo o mundo e proporcionar oportunidades de negócios e parcerias potenciais que promovem o setor empresarial.

A DEWA está organizando a WETEX sob as diretrizes do xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum, vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos, primeiro-ministro e governante de Dubai, e sob o patrocínio do xeque Hamdan bin Rashid Al Maktoum, vice-governador de Dubai e ministro dos Emirados Árabes Unidos Finanças.

Durante a conferência de imprensa Al Tayer disse que o evento está em linha com a visão do Governador de Dubai para apoiar um futuro sustentável e economia verde nos Emirados Árabes Unidos e atingir as metas do Centenário dos EAU 2071, EAU Visão 2021, a Estratégia de Crescimento Verde dos EAU , O Dubai Plan 2021 e a Dubai Clean Energy Strategy 2050 para tornar Dubai um centro global de energia limpa e economia verde, fornecendo 7% da energia total de Dubai a partir de energia limpa até 2020, 25% até 2030 e 75% até 2050.

O WETEX 2018 se concentra em uma variedade de atividades de conservação de energia e água, proteção ambiental, gerenciamento de resíduos, construções verdes e redução de emissões de carbono. Ele também destaca as mais recentes tecnologias e inovações na proteção de recursos naturais, reforçando a segurança ambiental, motivando a criatividade e a inovação em energia. “Isso apoiará a sustentabilidade ambiental, social e econômica e afirmará o papel pioneiro dos EAU ao adotar a energia limpa e avançar rumo a uma economia verde”, continuou Al Tayer.

O evento também incluirá escritórios de energia e empresas especializadas em eletricidade, tecnologia, dessalinização de água e soluções de tratamento. Também contará com um salão para as atividades da Green Week, um stand de conservação e outros stands e pavilhões especializados para empresas nacionais e internacionais.

O WETEX 2018 contará com 17 pavilhões nacionais para compartilhar seus produtos e soluções de última geração, explicou Al Tayer, acrescentando que o pavilhão da China é o maior pavilhão dedicado a empresas chinesas especializadas em água, energia e meio ambiente.

A agenda do evento também conta com workshops e seminários nas áreas de energia, água e meio ambiente. A WETEX também apresentará sessões sobre programas de gerenciamento do lado da demanda e práticas sustentáveis. (#Envolverde)

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Tartarugas ameaçadas de extinção migram de Abu Dhabi para Omã

ter, 09/10/2018 - 20:11

ABU DHABI, 9 de outubro de 2018 (WAM) – A recente marcação e liberação de tartarugas-verdes ameaçadas de extinção em Abu Dhabi revelou informações anteriormente desconhecidas sobre seus habitats de nidificação, marcando mais um sucesso de conservação no Ano de Zayed.

Em abril de 2018, como parte do Ano de Zayed, Razan Khalifa Al Mubarak, Secretário-Geral da Agência Ambiental – Abu Dhabi (EAD), liderou a captura, identificação por satélite e liberação de tartarugas-verdes ameaçadas da Ilha Bu Tinah, uma organização internacional, reconhecido santuário de tartarugas no Oceano Índico. Duas das tartarugas foram apropriadamente chamadas de Sabedoria e Respeito, representando os valores celebrados durante este ano de Zayed.

A iniciativa de pesquisa em andamento, liderada pela Emirates Nature-WWF em colaboração com EAD, visa avançar no conhecimento sobre o comportamento das tartarugas no mar e identificar áreas de proteção nos Emirados Árabes Unidos e na região para conservar estas espécies migratórias de importância global ameaçadas de extinção. Os dados de alta qualidade recebidos até agora a partir das tags nesta ocasião particular confirmam que as tartarugas partiram da Ilha Bu Tinah cerca de quatro a seis semanas após o seu lançamento. Sabedoria e Respeito seguiram o litoral em direção ao Estreito de Ormuz e chegaram a Omã algumas semanas depois, apesar do Respeito começar sua jornada 30 dias após a Sabedoria. Ambas as tartarugas agora descansam em Ras Al Hadd, em Omã, com um grande número de outras tartarugas verdes, potencialmente se preparando para depositar entre 4 a 5 ninhos de ovos como parte da temporada de nidificação. Curiosamente, ambas as migrações levaram cerca de 30 dias, e a viagem percorreu uma distância de cerca de 1100 km a uma velocidade sustentada de cerca de 36 km por dia, ou cerca de 1,5 km / h.

Das sete espécies de tartarugas marinhas do mundo, duas ocorrem nas águas de Abu Dhabi: a tartaruga-de-pente criticamente ameaçada e a ameaçada tartaruga-verde. Estas duas espécies usam extensivamente as águas de Abu Dhabi para forragear alimentos e uma espécie, o pente, nidifica nas praias arenosas de várias ilhas. As tartarugas e seus habitats são indicadores-chave da saúde do meio ambiente, mas no nível regional, o número de habitats de forrageio e áreas de nidificação está em constante declínio devido a um aumento na urbanização e industrialização.

A marcação e a liberação ocorreram na Ilha Bu Tinah, que também é o lar de recifes de corais, dugongos, manguezais naturais, golfinhos, águias pesqueiras e cormorões Socotra. Localizada na região de Abu Dhabi, Al Dhafra, a ilha fica dentro da Reserva da Biosfera Marinha de Marawah, a maior e primeira reserva de biosfera marinha da UNESCO e uma das 19 áreas protegidas da Rede de Áreas Protegidas de Sheikh Zayed. A ilha recebeu fama internacional em 2011, graças à diversidade de vida selvagem que existe e à capacidade desses diferentes organismos de sobreviver sob temperatura e salinidade extremas, mas também depois que conseguiu ser finalista em uma competição global intitulada “Novas 7 Maravilhas” da natureza. (#Envolverde)

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O MBF Group Holdings analisa as oportunidades de investimento no Camboja

ter, 09/10/2018 - 19:41

ABU DHABI, 08 de outubro de 2018 (WAM) – O MBF National Investment Group dos Emirados Árabes Unidos (EAU) discutiu com o Consulado Geral do Camboja várias oportunidades de investimento no Camboja, mais notavelmente uma joint venture para construir um resort de saúde na capital do Camboja, Phnom Penh.

Espera-se que o resort ofereça vários serviços e instalações, como tratamento médico e paisagens para áreas verdes do Camboja.

Sheikh Mohammed bin Faisal Al Qasimi, presidente do Grupo de Investimento MBF, e Kamal Je Augustin, cônsul cambojano, discutiram potenciais áreas de cooperação, formas de reforçar a sua parceria e oportunidades de investimento no Camboja, ao rever facilidades e vantagens oferecidas aos investidores do país, juntamente com suas atuais políticas de investimento.

O xeque Mohammed bin Faisal observou que o resort cobrirá uma área de cerca de 4 milhões de pés quadrados. A parceria com o governo cambojano para concluir o projeto será feita por meio de uma entidade nacional local.

O Presidente do MBF Investment Group explicou que o Camboja é conhecido por suas práticas e resorts fitoterápicos, enquanto reitera que o projeto incentivará famílias a visitarem o Camboja e está entre as principais prioridades do grupo. Ele acrescentou que entre novembro e o final do ano, o grupo visitará o Camboja para avaliar o projeto e elaborar projetos apropriados.

Je Augustin acrescentou que o Camboja é atualmente um dos centros de investimentos mais atraentes da Ásia, que tem uma história antiga e um ambiente natural atraente. Ele espera que o projeto desempenhe um papel vital na atração de visitantes, já que o Camboja tem uma história diversificada e é um dos principais locais históricos do sudeste asiático. (#Envolverde)

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Departamento de Terras do Dubai e Banco Mundial exploram Parcerias Público-Privadas em administração de terras

ter, 09/10/2018 - 15:37

DUBAI, 09 de outubro de 2018 (WAM) – O Departamento de Terras Dubai, DLD, as Consultas Globais sobre Organizado Parcerias Público-Privadas, as PPP, na administração da terra em colaboração com o Banco Mundial.

Durante a consulta de dois dias, cerca de 50 consultores globais, especialistas e especialistas na área de imóveis participaram da troca de conhecimento entre diferentes experiências globais em PPPs no setor imobiliário.

Sultan Butti bin Mejren, diretor-geral da DLD, comentou: “A DLD parceria com o Banco Mundial organizar as consultas globais sobre PPP em administração da terra que irá contribuir para a troca de conhecimentos entre diferentes experiências internacionais em PPPs no setor imobiliário através da participação de consultores e especialistas internacionais “.

Bin Mejren salientou a importância da consulta no trabalho imobiliários e administração de terra entre os sectores público e privado, e a necessidade de todas as partes que trabalham neste sector em cooperar a fim de prestar aconselhamento especializado especialista, elevando a qualidade das práticas imobiliários Promover real- e serviços para o benefício de todos os clientes e indivíduos.

A consulta a fim de reunir insights críticos do governo sobre os desafios para a implementação de PPPs na administração da terra, Compreender o apetite comercial do setor privado, e suas expectativas e percepções de risco, e revisão e fornecer feedback sobre as ferramentas preliminares desenvolvidos para facilitar as PPP na terra administração.

Anna Wellenstein, Diretora de Prática Global, Urbana, Rural e Terra do Grupo do Banco Mundial, e Dra. Wael Zakout, Assessora Técnica Sênior para Assuntos Fundiários e Geoespaciais, participaram da consulta.

Os participantes concordaram que as PPPs para a administração de terras geraram considerável interesse e são um mecanismo chave para resolver rapidamente o déficit de serviços de administração de terras acessíveis e eficientes em muitas economias emergentes. Dubai foi escolhida como sede para organizar essa importante consulta internacional em reconhecimento à sua excepcional especialização em regulamentação fundiária e sua capacidade de mobilizar apoio e recomendações globais para políticas de regulamentação fundiária que permitam que segmentos relevantes obtenham acesso às suas necessidades a custos acessíveis.

De acordo com os relatórios apresentados pelos palestrantes, 70% da população mundial não tem acesso a serviços de administração de terras acessíveis.

As PPPs foram lançadas com sucesso em setores como a água e a eletricidade, mas continuam pouco compreendidas no setor fundiário, especialmente nas economias emergentes. Essa consulta será a primeira do tipo a explorar esse tema inovador e proporcionará uma oportunidade inicial para os setores público e privado se unirem. Um foco principal será o desenvolvimento de ferramentas fundamentais que melhor capacitarão os governos e o setor privado a agir de maneira rápida e eficaz no estabelecimento de futuras PPPs.

A Unidade Global Terrestre e Geoespacial GSULN do Banco Mundial, contratou uma consultoria para desenvolver o conhecimento em relação às PPPs na administração da terra. O objetivo da tarefa é desenvolver ferramentas analíticas e operacionais para informar o desenvolvimento de esquemas de PPP para a prestação de serviços de gerenciamento de terras em países em desenvolvimento.

WAM / Rola Alghoul / MOHD AAMIR

(#Envolverde)

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Primeira Agência Espacial Estrangeira abre em Abu Dhabi

seg, 08/10/2018 - 19:30

ABU DHABI, 8 de outubro de 2018 (WAM) – A embaixada francesa nos Emirados Árabes Unidos (EAU) abriu ontem um escritório de representação da agência espacial francesa em Abu Dhabi (Centro Nacional de Estudos Espaciais, CNES) para ser o primeiro estrangeiro agência espacial abrindo um escritório de representação nos EAU.

O anúncio foi feito por ocasião da visita de Jean-Yves Le Gall, presidente do CNES, aos Emirados Árabes Unidos, durante uma cerimônia na Residência de France em Abu Dhabi, na presença de Mohammed Al Ahbabi, diretor-geral da Agência Espacial dos Emirados Árabes Unidos.

Falando na ocasião, Ludovic Pouille, embaixador da França nos Emirados Árabes Unidos, disse: “Estou muito feliz em receber na embaixada francesa em Abu Dhabi o escritório de representação do CNES para os Emirados Árabes Unidos. É um marco importante em nossa cooperação espacial e um sinal claro do novo status que os EAU conquistaram no cenário internacional espacial. Entre a França e os Emirados Árabes Unidos, eu costumava dizer que o céu é o limite. Agora eu posso dizer que o universo é o limite”.

O Presidente do CNES, por sua vez, disse: “Para liderar esse esforço de inventar o futuro do espaço, precisamos trocar idéias e tentar ver as coisas de maneira diferente. É exatamente isso que a cooperação internacional e nossa parceria com os EAU estão promovendo no CNES. A parceria histórica entre a França e os Emirados Árabes Unidos está ficando mais forte e mais rica a cada dia. Não tenho dúvidas de que o espaço continuará contribuindo vigorosamente para a cooperação de nossos países”.

O anúncio é resultado do aprofundamento dos laços entre a França e os Emirados Árabes Unidos no campo da exploração espacial. Em abril de 2015, apenas um ano após a criação da agência espacial dos EAU, a França foi o primeiro país estrangeiro a assinar um Memorando de Entendimento com a agência e, desde então, a cooperação espacial tornou-se um dos pilares do diálogo estratégico entre os dois países.

A parceria permite que ambos os países troquem mutuamente competências e conduzam projetos comuns, com o objetivo de permitir que novas missões sejam desenvolvidas em conjunto. Também promove o surgimento de uma nova geração de especialistas em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática e fomenta novas aplicações baseadas no espaço, apoiando o desenvolvimento econômico e uma sociedade mais sustentável.

O último e mais importante projeto é a assinatura de um acordo por ocasião da visita de Edouard Philippe, primeiro-ministro da França, aos Emirados Árabes Unidos em fevereiro de 2018, para desenvolver em conjunto um satélite de observação da Terra para contribuir com a mudança climática. (#Envolverde)

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Aposta nas TIC para salvar a banana em Ruanda

sab, 06/10/2018 - 11:50

Por Aimable Twahirwa – 

KIGALI, Ruanda, 28 de setembro de 2018 (IPS) – Quando Telesphore Ruzigamanzi, um pequeno agricultor de bananas de uma remota vila no leste de Ruanda, descobriu um tom amarelado peculiar em sua plantação, ele não deu a importância que merecia. “Eu pensei que era o clima excepcionalmente seco que estava causando danos”, contou à IPS Ruzigamanzi, que mora em Rwimishinya, uma remota aldeia no distrito de Kayonza, no leste de Ruanda. Mas, na verdade, era uma doença bacteriana.

O cultivo de Ruzigamanzi foi infectado pela Banana Xanthomonas Wilt (BXW), uma doença bacteriana que afeta todos os tipos de banana e é conhecida localmente como Kirabiranya. Aqui neste país da África Oriental, a BXW é muito prejudicial e tem consequências de longo alcance não só para os agricultores, mas também para a segurança alimentar e nutricional das suas famílias e daqueles que dependem dessa fruta como fonte de alimento.

Ruanda combate a doença da banana graças à inovação tecnológica. Foto: Alejandro Arigón/IPS

A banana é um cultivo importante na África Oriental e Central, com vários países da região entre os dez maiores produtores mundiais, de acordo com o Banco de Dados Estatísticos da Organização das Nações Unidas para Alimentação e a Agricultura. A banana representa cerca de 50% da dieta de um terço dos lares em Ruanda, segundo um estudo realizado neste país, na Tanzânia e em Burundi.

Mas o que mais prejudica a produção de banana nesses países, segundo a pesquisa, é a BXW. Os investigadores indicaram que a BXW pode causar a perda de 100% das bananeiras, se não for controlada adequadamente.

Complacência e falta de informação contribuem para a disseminação da doença

A doença BXW não é nova no país. Foi relatada pela primeira vez em 2002 e, desde então, as autoridades e organizações não governamentais realizam numerosas e rigorosas campanhas educativas para gerar consciência sobre suas nefastas consequências. Os agricultores da região de Ruzigamanzi foram capacitados por uma equipe de pesquisadores da Junta de Agricultura de Ruanda e por agrônomos locais.

Mas ele, pai de seis filhos, foi um dos que perderam a campanha de conscientização e, portanto, a informação necessária para diagnosticar a enfermidade. Se soubesse qual era a doença, Ruzigamanzi teria cortado as plantas afetadas no nível do solo imediatamente após a primeira observação dos sintomas. Se o tempo passa e a infecção não é controlada, é preciso remover toda a planta com a raiz.

E foi o que ele acabou fazendo duas semanas depois, quando um agrônomo local visitou-o e viu o estado de sua plantação. A essa altura já era tarde demais para salvar o cultivo e Ruzigamanzi teve que arrancar todas as plantas, incluindo o rizoma, as raízes, as plantas-mãe e suas filhas.

A história de Ruzigamanzi não é única. De fato, um grande número de pequenos agricultores em regiões rurais remotas ignora ou desconhece os sintomas dessa infecção bacteriana da banana. Isso aumentou o risco de disseminação da doença para novas regiões e de ressurgimento em áreas onde antes estava sob controle. Nos últimos anos, vários distritos no leste de Ruanda foram afetados pela BXW.

Um funcionário do projeto realiza uma avaliação da situação da Banana Xanthomonas Wilt (BXW), uma doença bacteriana, no distrito de Muhanga, Ruanda. Foto: Cortesia de Julius Adewopo/Instituto Internacional de Agricultura Tropical

Tecnologia para fortalecer os agricultores rurais e controlar a disseminação da BXW

No começo de 2018, o Instituto Internacional de Agricultura Tropical (IITA), em parceria com a Bioversity International, o Instituto Leibniz de Desenvolvimento Agrícola em Economias de Transição e o Conselho de Agricultura de Ruanda  uniram forças para fazer frente à enfermidade utilizando inovação digital. Os cientistas do IITA avaliam formas alternativas de envolver os agricultores no monitoramento e coleta de dados sobre a doença. O instituto é conhecido por transformar a agricultura africana por meio da ciência e da inovação, e foi vencedor do Prêmio para a Alimentação da África em 2018.

O novo projeto de três anos, lançado com um investimento de cerca de US$ 1,4 milhões do Ministério de Desenvolvimento e Cooperação Econômica da Alemanha, busca explorar o uso de celulares como ferramentas para gerar e trocar informações e conhecimento atualizados sobre a BXW, com base na crescente acessibilidade a telefones móveis em Ruanda. De acordo com dados da Autoridade Reguladora de Serviços de Ruanda, a penetração de telefones móveis é estimada em 79%, em um país com cerca de 12 milhões de habitantes, onde a maioria da população rural possui celulares.

“Nosso esforço contínuo para desenvolver, testar e implantar aplicativos móveis inteligentes é um passo crítico em direção ao monitoramento e ao controle eficiente da propagação da doença”, afirmou Julius Adewopo, que lidera o projeto BXW no IITA. “Os produtores de banana de Ruanda poderiam receber apoio de inovações que aproveitem a infraestrutura das tecnologias da informação existente e o rápido crescimento da penetração de telefones celulares no país”, explicou.

Central para o projeto é a abordagem da ciência cidadã, o que significa que produtores de banana e funcionários de extensão rural também desempenham papéis de liderança na coleta e envio de dados sobre presença, severidade e transmissão da BXW. Além disso, as partes interessadas participarão do desenvolvimento de uma plataforma e de um aplicativo, por meio do qual os dados e informações serão trocados.

Cerca de 70 produtores agrícolas de oito distritos das províncias Norte, Oeste, Sul e Leste serão treinados para usar o aplicativo de telefonia móvel. Eles participarão da coleta e envio de dados para o projeto – sobre a incidência e a gravidade da BXW em suas aldeias – por meio da plataforma. A iniciativa espera alcançar até cinco mil agricultores por meio dos celulares e do envolvimento de funcionários de extensão rural.

Além disso, os dados do projeto serão traduzidos em informações para pesquisadores, organizações não governamentais e autoridades, para desenvolverem sistemas de suporte eficientes. Da mesma forma, os dados gerados vão alimentar um sistema de alerta precoce, que deve informar os agricultores sobre os surtos de doenças e as melhores opções de gestão disponíveis.

Um sistema de relatórios em tempo real sobre a doença

Embora o Programa Nacional de Pesquisa da Banana existente em Ruanda tenha focado em cinco áreas principais para intervenções, com estratégias usadas no controle ou manejo das doenças das plantas, a solução baseada em celulares é descrita como uma ferramenta inovadora que pode ser facilmente replicada, e é flexível para aplicação ou integração com outras plataformas ou interfaces de tecnologias da informação e comunicações (TIC).

“Observamos limitações na disponibilidade de informações e dados confiáveis e atualizados sobre os padrões de transmissão da doença, a gravidade dos surtos e o efeito das medidas de controle”, apontou Mariette McCampbell, pesquisadora de inovação tecnológica do escritório do IITA em Kigali. “Também não temos dados socioeconômicos e socioculturais que possam alimentar as ferramentas de tomada de decisões e os sistemas de alerta antecipado”, acrescentou.

O novo sistema pretende se transformar em um sistema de alerta que permitirá ao governo de Ruanda direcionar esforços para mitigar a disseminação da BXW e também servir como um catalisador de parcerias entre as partes interessadas, além de fortalecer os sistemas de produção de banana do país. “A inovação de tecnologias da informação poderia permitir avaliações em tempo real da gravidade da doença e apoiar intervenções para controle direcionado”, explicou Adewopo. A equipe do projeto está trabalhando arduamente para desenvolver a plataforma junto com funcionários de extensão rural e consultores.

No segundo trimestre de 2019, os testes com uma versão piloto da plataforma serão iniciados nos oito distritos em que o projeto está ativo. A equipe do projeto já identificou uma variedade de oportunidades para expandir uma plataforma bem-sucedida: “Os problemas com a BXW não se concentram em Ruanda, nem é a única doença que desafia agricultores. Portanto, nosso objetivo de longo prazo é adaptar a plataforma de modo que ela possa ser dimensionada e usada em outros países ou para outras doenças ou outros cultivos”, destacou McCampbell.

“O êxito será desenvolver e implantar uma plataforma e uma ferramenta totalmente funcionais, em alinhamento com as necessidades dos usuários concretos e com grande foco no fortalecimento de instituições relevantes, como o Conselho Agrícola de Ruanda, para alocar eficientemente recursos para o controle e a prevenção da BXW, mediante a distribuição e o direcionamento da extensão baseada nas tecnologias da informação e comunicações”, enfatizou Adewopo,

É urgente conseguir um gerenciamento mais inteligente e rápido dos riscos que têm limitado a produção dos sistemas agrícolas. Reconhecendo a ameaça terminal da BXW às plantações de banana, não há dúvida de que o uso de ferramentas de TIC oferecem uma luz de esperança para os produtores de banana, e pode dar-lhes poder para melhorar o acesso a serviços de extensão melhorados e assessoria, independentemente de gênero, idade ou situação social, sempre e quando tenham acesso a um telefone celular.

* Com a colaboração de Nalisha Adams, de Johannesburg. Tradução: Nanci Vieira.

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Rise for Climate uniu o planeta para real condição climática

seg, 10/09/2018 - 15:10

No dia 8 de setembro, milhares de pessoas participaram de centenas de ações criativas e coordenadas em todo o mundo sob a bandeira da mobilização internacional ‘Una-se pelo Clima’ (ou Rise for Climate, em inglês). O objetivo é dar visibilidade aos crescentes impactos do aquecimento global ao meio ambiente e às populações, e chamar atenção para a necessidade de uma liderança climática real.

Os ativistas apresentarão soluções lideradas por suas próprias comunidades para a crise do clima, e exigirão mais ambição dos líderes políticos e tomadores de decisão reunidos na Cúpula Global de Ação Climática, que acontecerá no dia 12 de setembro em São Francisco, Califórnia. A mobilização já conta com mais de 470 ações confirmadas, com a participação de mais de 320 grupos e organizações parceiras distribuídas em mais de 70 países.

Nações das ilhas do Pacífico irão demandar às suas instituições locais que se comprometam com energias 100% renováveis; comunidades afetadas na Tailândia marcharão do lado de fora da conferência da ONU sobre mudança climática em Bangcoc para garantir que os negociadores ouçam a mensagem do povo; em toda a África serão realizadas mini-cúpulas climáticas para pressionar os líderes locais a migrar para sistemas de energia justos para todo o continente; na América Latina, diversas comunidades irão se erguer contra o uso de técnicas perigosas de extração de combustíveis fósseis, como o fracking; grupos na Europa também desafiarão suas autoridades locais a abandonar as fontes poluentes e acelerar uma transição justa e rápida para energias 100% renováveis, livres e acessíveis para todos.

Na América Latina e Caribe já foram confirmadas cerca de 40 ações, que vão desde uma grande marcha em Bogotá, Colômbia; um fórum acadêmico na Universidade de Cuenca e um encontro no Parque Calderón, no Equador; uma mobilização nacional indígena em Asunción, no Paraguai; uma bicicletada com centenas de pessoas em Cumaná, na Venezuela; uma reunião internacional sobre os impactos do fracking em Mendoza, Argentina; além de exposições, exibição de filmes, grafite e projeções de artivismo em diversas capitais.

Outras localidades já confirmadas são Rio de Janeiro, Florianópolis e interior de São Paulo, no Brasil; Iquitos e Lima, no Peru; Buenos Aires, Argentina; Salto, no Uruguai; Barranquilla, Cali e Nariño, na Colômbia; Cochabamba e La Paz, na Bolívia; Santiago, Chile; além de ações no Suriname, Haiti e Barbados. As pautas locais vão desde os perigos da exploração de petróleo e gás para comunidades tradicionais e áreas protegidas, riscos do fracking para o Aquífero Guarani e as economias locais, e a proteção de defensores ambientais ameaçados em áreas rurais.

As atividades da mobilização serão altamente visuais e criativas, com a participação de artistas renomados localizados no Brasil, Colômbia, Canadá, Samoa, Nova Zelândia, Ucrânia, Portugal, Holanda, Uganda e Indonésia, bem como grupos comunitários em todo o planeta. A diversidade do movimento mostra que as mudanças climáticas não respeitam barreiras linguísticas, culturais, religiosas ou geográficas, e visa reforçar que é possível construir uma onda de apoio à verdadeira liderança climática, aumentar a pressão sobre os líderes nacionais que estão aquém dos seus compromissos e garantir uma transição rápida para um mundo mais sustentável, equilibrado e justo.

A mobilização Una-se pelo Clima dará o tom para uma série de próximos momentos políticos climáticos globais, e desafiará os tomadores de decisão a tomarem a liderança para si, a fim de achar soluções reais para a crise climática e intensificar suas ações para enfrentá-la. (#Envolverde)

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Emirados Árabes Unidos é o mais alto no mundo em gastos com turismo halal

qua, 05/09/2018 - 11:23

DUBAI, 5 de setembro de 2018 (WAM) – Os Emirados Árabes Unidos (EAU) são os maiores do mundo em gastos halal* com US $ 17,6 bilhões estimados gastos por residentes dos Emirados Árabes Unidos fora do país em 2017, revelou uma nova análise da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai.

A Arábia Saudita e o Kuwait ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente, de acordo com a análise baseada em dados recentes da Mastercard e do World Travel & Tourism Council (WTTC). De acordo com os resultados, os turistas sauditas gastaram US $ 16,1 bilhões em 2017, enquanto os viajantes do Kuwait gastaram US $ 10,4 bilhões durante o mesmo ano.

Os Emirados Árabes Unidos foram escolhidos como destino de escolha para viajantes muçulmanos devido a vários fatores importantes, incluindo seu ambiente de negócios competitivo, ampla variedade de atividades de viagem e turismo, prontidão avançada em TIC e infraestrutura aeroportuária de classe mundial.

A análise foi divulgada antes do Global Islamic Economy Summit (GIES) 2018, que será realizado em Dubai nos dias 30 e 31 de outubro sob o patrocínio de Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, vice-presidente dos EAU, primeiro-ministro e governante de Dubai. .

O GIES 2018, o maior e mais abrangente fórum do mundo dedicado à economia islâmica, reunirá importantes legisladores e especialistas de todo o mundo para abordar os principais desafios e oportunidades da economia islâmica. A cúpula de alto nível está sendo organizada em conjunto pela Câmara de Dubai e o Centro de Desenvolvimento da Economia Islâmica de Dubai (DIEDC), com a Thomson Reuters atuando como Parceira Estratégica.

De acordo com os resultados, os gastos no segmento global de viagens muçulmanas são avaliados atualmente em cerca de US $ 180 bilhões. Estima-se que este número chegue a US $ 220 bilhões até 2020, enquanto o número de viajantes muçulmanos globalmente deverá aumentar dos atuais 131 milhões para 156 milhões no mesmo ano.

Durante 2017, os viajantes muçulmanos gastaram uma média estimada de US $ 1.374 por pessoa, com este montante projetado para aumentar para US $ 1.410 até 2020. De acordo com os resultados da análise, o desenvolvimento do segmento foi impulsionado por fatores demográficos e socioeconômicos, como o crescimento da população muçulmana no mundo e a ascensão da classe média nos países de maioria muçulmana. Outros impulsionadores de crescimento incluem acesso melhorado a informações de viagens e a crescente disponibilidade de serviços e instalações de viagem amigas dos muçulmanos. (#Envolverde)

*O turismo Halal é uma subcategoria do turismo que é voltada para famílias muçulmanas que seguem as regras do Islã. Os hotéis nesses destinos não servem bebidas alcoólicas e possuem piscinas separadas e instalações de spa para homens e mulheres.

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DEWA Lança Green Dubai para Capacitar Clientes para Tomar Decisões Sustentáveis

seg, 03/09/2018 - 17:54

DUBAI, 3 de setembro de 2018 (WAM) – A Autoridade de Eletricidade e Água de Dubai (DEWA) lançou o Green Dubai, que inclui três iniciativas que ajudarão a tornar Dubai a cidade mais inteligente, mais feliz e sustentável do mundo. A mudança apoia os esforços da DEWA para capacitar os clientes a tomar decisões sustentáveis ​​que contribuam para proteger o meio ambiente e os recursos naturais.

Em sua primeira fase, o Green Dubai incluirá a iniciativa Shams Dubai, que incentiva os proprietários de edifícios a instalar painéis solares fotovoltaicos e conectá-los à rede elétrica do DEWA. Até o momento, o DEWA conectou mais de 1.145 edifícios à rede elétrica de Dubai, com uma capacidade de quase 50MW.

O Green Dubai também inclui a iniciativa Green Charger para instalar estações de carregamento de veículos elétricos (EV). A DEWA instalou mais de 100 Carregadores Verdes em Dubai e está trabalhando para aumentar o número para 200 estações até o final de 2018. Para encorajar os clientes a usar veículos elétricos ecologicamente corretos, a DEWA oferece recarga gratuita para carros elétricos registrados na iniciativa Green Charger no final de 2019.

‘High Water Usage Alert’, a terceira iniciativa do Green Dubai, ajuda os clientes a descobrirem possíveis vazamentos em suas conexões de água, após o taxímetro. O sistema envia notificações instantâneas para o cliente se houver algum aumento incomum no consumo, o que ajuda o cliente a verificar as conexões internas e reparar qualquer vazamento, com a ajuda de um técnico especializado. Isso contribui para reduzir os custos incorridos, limitando o desperdício de água.

Saeed Mohammed Al Tayer, MD & CEO da DEWA, ​​disse, “Green Dubai visa capacitar os clientes a adotarem um estilo de vida consciente e responsável através do uso racional da eletricidade e da água. Isso apoia a Estratégia de Gerenciamento do Lado da Demanda para reduzir o consumo de eletricidade e água em 30% até 2030, gerando energia solar limpa e incentivando o uso de veículos elétricos ecologicamente corretos. O trabalho ambiental requer esforços concertados para alcançar um equilíbrio entre o desenvolvimento e o meio ambiente, para proteger os direitos das futuras gerações de desfrutar de um ambiente limpo, saudável e seguro.

“Através do Digital DEWA, ​​o braço digital do DEWA, ​​estamos redefinindo o conceito de um utilitário para criar um novo futuro digital para Dubai. A DEWA interromperá todo o negócio de serviços públicos, tornando-se o primeiro utilitário digital do mundo usando sistemas autônomos de energia renovável e seu armazenamento, expansão na adoção de Inteligência Artificial e serviços digitais. Nosso objetivo é promover o desenvolvimento sustentável nos Emirados Árabes Unidos (EAU), por meio do qual a sustentabilidade se torna um estilo de vida, garantindo um futuro mais brilhante e sustentável para as gerações futuras.” (#Envolverde)

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EmiratesGBC incita entidades regionais a comprometerem-se com construções de carbono Zero

qui, 30/08/2018 - 11:50

DUBAI, 30 de agosto de 2018 (WAM) – Emirates Green Building Council (EmiratesGBC), um fórum independente destinado a preservar o meio ambiente, fortalecer e promover práticas de construção verde, tem chamado as empresas, entidades e cidades nos Emirados Árabes Unidos (EAU) e região a endossar e assinar formalmente o Compromisso de Edifícios de Carbono Zero.

Anunciado mundialmente pelo World Green Building Council, o Compromisso de Edifícios Zero Carbono desafia as empresas e organizações em todo o mundo a adotar uma ação climática avançada estabelecendo metas ambiciosas para eliminar as emissões de carbono de seus portfólios de edifícios até 2030 e defender a construção de todos os edifícios zero carbono em operação até 2050.

Estas metas são definidas para atender a ambição do Acordo de Paris de menos de 2 graus de aquecimento global. Este mês, 19 cidades globais, representando 130 milhões de cidadãos urbanos, comprometeram-se a reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, garantindo que os novos edifícios operam com carbono zero até 2030.

O compromisso é gerar a próxima onda de grande impulso para reduzir as emissões globais de gases do efeito estufa até 2020 e inspirar os governos nacionais a intensificar os planos nacionais de ação climática nos próximos dois anos.

Mais cidades, estados e regiões estão definidas para comprometer-se a promulgar regulamentos ou planejamento de políticas para impulsionar a construção de novos edifícios operando com carvão zero a partir de 2030 e permitir que todos os edifícios existentes para operar com carvão zero em 2050. Isso vai estimular o desenvolvimento do mercado a capacidade de atender a essa demanda crescente e demonstrar prontidão do mercado para uma estratégia nacional mais agressiva.

Saeed Al Abbar, presidente do GBC dos Emirados, disse: “Não teremos tempo suficiente para alcançar as metas do Acordo de Paris, que prevê a descarbonização da economia global dentro de 20 a 30 anos, se adiarmos a ação. Precisamos alcançar resultados tangíveis e o Compromisso de Edifícios de Carbono Zero é uma oportunidade única de trabalhar de forma ambiciosa para reduzir a demanda de energia e controlar as emissões de carbono.

“Isso exige esforços conjuntos de todos os governos, empresas, organizações da sociedade civil e do público em geral para alcançar o marco significativo que será nosso verdadeiro investimento no futuro para as próximas gerações. Tenho muito orgulho de que Majid Al Futtaim, que são membros ativos do GBC dos Emirados, estejam entre as três primeiras organizações em todo o mundo a assinar o compromisso, demonstrando assim a liderança global dos Emirados Árabes Unidos no desenvolvimento sustentável. Encorajo o setor privado a seguir essa liderança e posicionar suas organizações como líderes globais em sustentabilidade.” (#Envolverde)

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Pesquisa mostra que poluição atmosférica afeta drasticamente alimentos

seg, 27/08/2018 - 17:42

Níveis crescentes de dióxido de carbono (CO2) da atividade humana estão tornando culturas básicas, como arroz e trigo, menos nutritivos e poderiam levar 175 milhões de pessoas à deficiência em zinco e 122 milhões de pessoas deficientes em proteína até 2050, de acordo com pesquisa liderada pela Harvard T.H. Chan School of Public Health. O estudo também descobriu que mais de 1 bilhão de mulheres e crianças podem perder uma grande quantidade de sua ingestão dietética de ferro, o que as colocaria em maior risco de anemia e outras doenças.
“Nossa pesquisa deixa claro que as decisões que estamos tomando todos os dias – o que comemos, como nos movimentamos, o que escolhemos comprar – estão tornando nossos alimentos menos nutritivos e pondo em perigo a saúde de outras populações e gerações futuras”, disse Sam Myers, principal autor do estudo e principal pesquisador da Harvard Chan School. O estudo foi publicado on-line em 27 de agosto de 2018 na Nature Climate Change.
Atualmente, estima-se que mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo sejam deficientes em um ou mais nutrientes. Em geral, os seres humanos tendem a obter a maioria dos principais nutrientes a partir de plantas: 63% da proteína da dieta humana vem de fontes vegetais, bem como 81% do ferro e 68% do zinco. Foi mostrado que níveis atmosféricos mais elevados de CO2 resultam em colheitas menos nutritivas, com concentrações de proteína, ferro e zinco 3% -17% menores quando as lavouras são cultivadas em ambientes onde a concentração de CO2 é de 550 partes por milhão (ppm), na comparação com lavouras cultivadas em condições atmosféricas nas quais os níveis de CO2 estão pouco acima das 400 ppm.
Para este novo estudo, os pesquisadores procuraram desenvolver a análise mais robusta e precisa da carga global para a saúde de mudanças nutricionais causadas pelo CO2 em lavouras em 151 países. Para fazer isso, eles criaram um conjunto unificado de premissas em todos os nutrientes e usaram dados mais detalhados do fornecimento de alimentos de acordo com idade e sexo para obter estimativas mais precisas dos impactos em 225 diferentes alimentos. O estudo baseou-se em análises prévias dos pesquisadores sobre deficiências nutricionais relacionadas ao CO2, que analisaram um número menor de alimentos e de países.
O estudo mostrou que em meados deste século, quando as concentrações de CO2 na atmosfera devem atingir cerca de 550 ppm, 1,9% da população global – ou cerca de 175 milhões pessoas, com base em estimativas da população para 2050 – poderiam ter deficiência em zinco e que 1,3% da população global, ou 122 milhões de pessoas, pode se tornar deficiente em proteína. Além disso, 1,4 bilhão de mulheres em idade fértil e crianças menores de 5 anos que já se encontram atualmente em alto risco de deficiência de ferro, poderiam ter sua ingestão de ferro na dieta reduzida em 4% ou mais. Os pesquisadores também enfatizaram que bilhões de pessoas atualmente vivem com deficiências nutricionais provavelmente veriam suas condições piorarem como resultado de lavouras menos nutritivas.
Segundo o estudo, o maior impacto seria na Índia, onde estima-se que 50 milhões de pessoas se tornariam deficientes em zinco, 38 milhões em proteínas e 502 milhões de mulheres e crianças tornando-se vulneráveis a doenças associadas à deficiência de ferro. Outros países no sul da Ásia, sudeste da Ásia, África e Oriente Médio também seriam significativamente impactados.
“Uma coisa que esta pesquisa ilustra é um princípio fundamental do campo emergente da saúde planetária”, disse Myers, que dirige a Planetary Health Alliance, co-alocada na Harvard Chan School e no Centro Universitário de Harvard para o Meio Ambiente. “Não podemos alterar a maior parte das condições biofísicas às quais nos adaptamos ao longo de milhões de anos sem causar impactos imprevistos sobre nossa própria saúde e bem-estar.”
“O risco de aumento do CO2 atmosférico na adequação nutricional humana”, Matthew R. Smith, Samuel S. Myers, on-line 27 de agosto de 2018, Nature Climate Change, DOI: 10.1038 / s41558-018-0253-3 (#Envolverde)

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