Campanhas

Orientações para campanha conjunta pelos 10 anos da Lei Maria da Penha


A ideia da campanha é mostrar que estamos mobilizadas nacionalmente pelo fim da violência contra a mulher. No aniversário de 10 anos da Lei Maria da Penha, vamos contar para todo o Brasil que estamos articuladas nessa luta. Como combinamos juntas no II Diálogo Nacional sobre Violência Doméstica, alguns coletivos se reuniriam para articular uma ação conjunta.

Nome da campanha: Eu falo sem medo, e você?

#EuFaloSemMedo

#10anosLeiMariadaPenha

A proposta é que, durante o mês de agosto, (1) nós compartilhemos ações (de cada um dos 33 grupos) nas nossas redes sociais, e (2) compartilhemos também um vídeo com um rap que está sendo gravado para essa campanha. (Na próxima semana vamos enviar a letra do rap).

Para isso, contamos com todas vocês:

CGI.br inicia processo eleitoral a partir de 30 de maio de 2016


[20-maio-2016]

No próximo dia 30 de maio terá início o quinto processo eleitoral dos representantes não governamentais no Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). As entidades que desejarem participar precisarão ser homologadas e devem indicar candidatos para representar o segmento, os quais se eleitos exercerão mandato de três anos (2017 a 2019). O modelo brasileiro de governança multissetorial da Internet implementa, a partir de processos diretos de participação, um importante espaço de decisão e diálogo na obtenção dos consensos necessários para as recomendações e diretrizes do uso e governança da Internet no Brasil.

Esclarecimento do CGI.br sobre o Relatório da CPI de Crimes Cibernéticos


O COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br, após tomar conhecimento da Nota de Esclarecimento divulgada pelas Sub-Relatorias  "Instituições Financeiras e Comércio Virtual" e “ Crimes Contra a Criança e o Adolescente” ambas da Comissão de Inquérito Parlamentar dos Crimes Cibernéticos, divulgada em 30 de abril de 2016, e deliberar com quórum superior a 2/3 de seus integrantes,

VEM A PÚBLICO

1) Reiterar o princípio fundamental segundo o qual o combate a  ilícitos na Internet deve atingir os  responsáveis finais por conteúdos ilícitos e não as entidades intermediárias da rede com pleno respeito aos princípios maiores de defesa da liberdade, da privacidade e demais direitos humanos -- princípio este que decorre do Decálogo de Princípios do CGI.br e serve como um dos pilares estruturantes do regime decorrente da Lei 12.965 de 23 de abril de 2014 (Marco Civil da Internet).

Declaração de Tim Berners-Lee sobre o relatório da CPICiber


 Tim Berners-LeeO Brasil ama a Internet. Mais da metade dos brasileiros estão online, e este número está crescendo rapidamente. De acordo com um relatório recente, 71% dos brasileiros conectados ficam online pelo menos uma vez a cada hora – mais do que em qualquer outro país. Cidadãos de todas as esferas da vida estão utilizando a Web para construir negócios e criar empregos. Na verdade, estima-se que o sector das TIC irá representar 10,7% do PIB brasileiro em 2022 – essencial em tempos de turbulências econômicas globais fortes. Claro, os benefícios da conectividade vão muito além do financeiro.

Capítulo brasileiro da Internet Society endossa declaração do CGI.br


ISOC-BRA Sociedade da Internet no Brasil, capítulo brasileiro da Internet Society (ISOC-BR), endossa a Nota de Esclarecimento do CGI.br,  em razão do Relatório da CPI de Crimes Cibernéticos divulgado no dia 30 de março de 2016. A ISOC-BR entende que a referida nota representa a defesa dos valores e princípios sacramentados tanto nos "10 Princípios para a Governança e Uso da Internet" do CGI.br, como fundamentalmente no Marco Civil da Internet.

São Paulo, 11 de abril de 2016
Sociedade da Internet no Brasil

ISOC-BR


Nota do CGI.br sobre o relatorio da CPI dos Cibercrimes


CGI.br[English below]

O COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br, por decisão de maioria, e após tomar conhecimento do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito de Crimes Cibernéticos, divulgado no dia 30 de março de 2016

VEM A PÚBLICO

 1) Expressar grande preocupação com as propostas de flexibilização e modificação do regime jurídico adotado no Brasil com a Lei 12.965 em 23 de abril de 2014 (o Marco Civil da Internet), desconsiderando todo o processo de construção colaborativa que o caracterizou e referenciada internacionalmente por manter a Internet livre, aberta e democrática.

Declaração conjunta ao Congresso brasileiro: abandonem as propostas perigosas sobre cibercrime


RightsCon Silicon ValleyNós, abaixo-assinados, reunidos na conferência internacional RightsCon Silicon Valley 2016, gostaríamos de expressar nossa preocupação com as recentes tentativas de legisladores brasileiros de minar os direitos garantidos pelo Marco Civil da Internet e nossa objeção a sérios e inaceitáveis retrocessos propostos pela Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a cibercriminalidade. Além de afetar os direitos dos cidadãos, as regras propostas irão afetar diretamente a liberdade econômica das empresas que operam nos setores de telecomunicações e Internet.

A APC condena a erosão da democracia no Brasil


A Associação para o Progresso das Comunicações (APC) manifesta a sua preocupação com o rápido desenrolar dos eventos políticos no Brasil que constituem um ataque à democracia e ao devido processo legal. Expressamos solidariedade com o povo do Brasil em geral, e em particular com os nossos amigos e colegas, incluindo o Nupef - membro da APC -, o Comitê Gestor da Internet no Brasil CGI.br) e as muitas organizações brasileiras da sociedade civil com as quais trabalhamos.

Carta de Salvador Sobre o Futuro da Internet no Brasil


Nota: a Carta abaixo foi redigida por integrantes de entidades da sociedade civil e lida durante o V Fórum da Internet no Brasil, realizado em Salvador. Bahia, de 15 a 17 de julho de 2015.

CEDS - A Sua Voz na Luta Contra o Preconceito


Em Fevereiro de 2011, a Prefeitura do Rio de Janeiro criou a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual. O compromisso da CEDS é ressaltar a importância em combater a discriminação e o preconceito. Já foram realizadas diversas campanhas de conscientização, sendo o programa Rio Sem Preconceito o principal evento da Coordenadoria. 

Para 2015, a CEDS continua com a preocupação de trazer a população para unir-se num só propósito: a luta contra todo e qualquer tipo de discriminação. A ideia da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual é convocar a todos e todas de nossa sociedade para a luta por direitos civis e humanos, independente de sua orientação sexual, raça, gênero ou religião. Uma luta por uma sociedade mais justa onde os direitos de todos sejam igualmente respeitados. 

A campanha “CEDS – A Sua Voz Na Luta Contra o Preconceito” quer servir como aliada de quem sofre (ou vê alguém sofrer) preconceito. Informar, comunicar, mostrar-se presente e ser cada vez mais atuante. É preciso fazer alguma coisa para mudarmos esse triste panorama.