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Jornalismo e comunicação para transformar o mundo
Atualizado: 1 hora 11 minutos atrás

Mônaco dá exemplo de sustentabilidade para o mundo

qua, 01/08/2018 - 17:58

Existem várias iniciativas sustentáveis sendo desenvolvidas em Mônaco. Conheça algumas ações que o principado e instituições vêm implementando no país:

Prince Albert II of Monaco Foundation

Em 2006, o H.S.H. Prince Albert II fundou a Prince Albert II of Monaco Foundation, dedicada a preservar o meio ambiente e promover o desenvolvimento sustentável em escala global. A fundação apoia iniciativas públicas e privadas e foca seus esforços em três áreas principais: mudanças climáticas e desenvolvimento de energias renováveis; biodiversidade; e gerenciamento de água (como o acesso universal à água limpa e luta contra a desertificação), atuando principalmente no mediterrâneo, regiões polares e países subdesenvolvidos da África, da América do Sul e do sudeste asiático. Desde seu início, já foram mais de 420 projetos financiados.

A missão da fundação não é apenas estabelecer parcerias e executar projetos, mas também despertar a consciência das pessoas e autoridades sobre o impacto da atividade humana no meio ambiente e encorajar comportamentos mais sustentáveis.

Os projetos apoiados pela fundação são bastante diversificados, abrangendo desde o combate ao desmatamento até desenvolvimento de áreas marinhas protegidas ou mesmo de cunho social, entre muitas outras ações. Não apenas em outros países, há também iniciativas no próprio principado, como o pacto “Wood Forever”, que encoraja a indústria de iates em Mônaco a usar madeira de florestas sustentáveis.

Monaco Ocean Week

A primeira edição do evento aconteceu em 2017 e reuniu stakeholders locais e internacionais focados em uma causa: a proteção dos oceanos. Um manifesto foi assinado ao final do evento por diversas autoridades para recordar o papel decisivo dos oceanos no equilíbrio climático e para a vida dos habitantes de todo o planeta. Os stakeholders também foram capacitados para ajudar na preservação dos oceanos e no desenvolvimento de áreas marinhas protegidas.

Santuário Pelagos

O acordo Pelagos foi assinado por Mônaco, França e Itália no final do século XX para a criação de um santuário marinho de 87.500 Km². O objetivo é proteger os mamíferos e seu habitat de impactos negativos da atividade humana, como poluição, colisões entre navios e animais, distúrbios, entre outros.

Trilha por árvores históricas

Como parte do comprometimento do principado contra o desmatamento, há uma trilha por árvores históricas de Mônaco, elaborado pela Prince Albert II of Monaco Foundation e pela associação MC2D. Além de sua beleza, as árvores ilustram as ações de entidades monegascas contra o desmatamento. Há informações sobre cada árvore e o caminho passa pelo Jardin de La Petite Afrique, além de outros jardins emblemáticos como o Jardim Japonês e a Villa Sauber.

Campanha The Bag For Life

Mônaco baniu a utlização e venda de sacolas plásticas descartáveis. Para ajudar na redução do plástico, cada casa monegasca recebeu uma sacola de pano reutilizável, feita com materiais naturais e biodegradáveis.

Monaco Explorations

A iniciativa, que foi lançada em 2017, reuniu um grupo de cientistas e especialistas em ciências humanas e da natureza, que participará de expedições científicas para estudar o impacto de atividades humanas e a relação de diversas culturas com o mar. À bordo do barco Yersin, o grupo completará uma circunavegação do globo em um período de 36 meses.

Monitoramento

Há 20 anos, o principado instaurou uma rede de controle de qualidade do ar com seis estações de monitoramento. Fazendo essa medição contínua, é possível emitir avisos de poluição e verificar a qualidade do ar a longo prazo e os resultados são comunicados ao público geral por meio de telas localizadas na entrada do país.

O principado também monitora a qualidade física e química das águas costeiras com base em medições repetidas de todos os componentes do ambiente marinho (massas de água, sedimentos e organismos vivos), assim como monitora os efeitos de eventos naturais ou atividades artificiais que podem afetar a qualidade da água. É importante ressaltar que a baía de Mônaco inclui duas áreas protegidas, a Larvotto Reserve, criada em 1976, com uma área de 30 hectares, e a submarina Spelugues, com cerca de 1.9 hectares, criada em 1986 e casa de diversas espécies marinhas.

Grimaldi Forum

O centro é eco-responsável desde o início e em 2008 se tornou um dos primeiros centros culturais e de conferência europeus a obter o ISO 14001:2004. Sua política verde se tornou uma das principais partes de sua estratégia corporativa. O local oferece soluções concretas para organizar eventos verdes customizados.

Monaco Scientific Center

Foi fundado em 1960 pelo Príncipe Rainier III com o objetivo de promover pesquisas oceanográficas e apoiar organizações governamentais e internacionais responsáveis pela proteção e conservação do ambiente marinho. Desde 1989, o centro se especializou em estudar a função de ecossistemas coralíneos em relação às mudanças climáticas. Os times são divididos em três grupos: departamento de biologia marinha, departamento de biologia polar e departamento de biologia médica. Fonte Governo de Mônaco (#Envolverde)

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Relatório mostra crescimento na produção de alimentos na América Latina

ter, 17/07/2018 - 20:21

A produção agrícola e pesqueira na América Latina e no Caribe crescerá 17% nos próximos dez anos, segundo um novo relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação.

Mais da metade desse crescimento (53%) pode ser atribuído a um aumento na produção agrícola, cerca de 39% devido ao setor pecuário, e os 8% restantes como resultado da expansão da produção pesqueira.

De acordo com o relatório Perspectivas Agrícolas 2018-2027, a produção total na região deverá crescer 1,8% ao ano até 2027. Cerca de 60% desse crescimento será devido a melhorias no rendimento, que irão aumentar na região durante a próxima década em 11%, em média, com as mudanças mais importantes esperadas para os setores de cereais e oleaginosas. O restante da expansão da produção agrícola será resultado de uma ampliação na área colhida.

O uso agrícola da terra na região aumentará em aproximadamente 11 milhões de hectares e aproximadamente a metade será para a produção agrícola. O cultivo de soja representará a grande maioria (cerca de 62%) da expansão da área cultivada na região.Fonte FAOBr (#Envolverde)

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ONU e Google vão mapear impactos humanos no planeta

ter, 17/07/2018 - 19:59

A ONU Meio Ambiente e o Google anunciaram uma parceria que promete mudar a forma como vemos o nosso planeta. Combinando de maneira inédita ciência ambiental, big data e acessibilidade, as duas instituições criarão uma plataforma para mapear e visualizar os impactos da atividade humana nos ecossistemas. Iniciativa utilizará a computação em nuvem da empresa de tecnologia e os catálogos públicos de observação terrestre.

Com a colaboração, pela primeira vez, governos, ONGs e a população em geral conseguirão acompanhar metas específicas de desenvolvimento relacionadas ao meio ambiente, através de uma interface fácil de usar. Frequentemente, quando um país procura implementar uma política ambiental, percebe que faltam dados para direcionar essas ações de forma segura e eficaz. Com as ferramentas de análise e visualização do Google Earth Engine, o mundo pode finalmente começar a preencher essas lacunas.

Inicialmente, o projeto terá como foco os ecossistemas de água doce, incluindo montanhas, florestas, pântanos, rios, aquíferos e lagos. Essas áreas representam 0,01% da água do mundo, mas são o habitat de quase 10% das espécies conhecidas – e as evidências sugerem uma rápida diminuição da sua biodiversidade.

O Google produzirá periodicamente mapas geoespaciais e dados sobre ecossistemas relacionados à água, empregando a tecnologia de computação em nuvem. Serão geradas imagens de satélite e estatísticas para avaliar a extensão da mudança que ocorre nos corpos d’água. As informações serão de livre acesso para garantir que as nações possam rastrear mudanças, prevenir e reverter a perda dos ecossistemas. Fonte ONUBr (#Envolverde)

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Empresa Atos lidera primeiro projeto de agricultura urbana vertical

seg, 16/07/2018 - 20:24

A Atos, empresa líder global em transformação digital, lidera a realização do primeiro projeto no mundo de Agricultura Urbana Vertical. A agricultura vertical envolve a possibilidade de cultivar quantidades significativas de alimentos em camadas ou estruturas verticais, a fim de desenvolver a agricultura perto de vilas e cidades, ou para compensar a falta de terras aráveis em um ambiente hostil.

De acordo com relatório de 2017 da Allied Market Research, a prática está em rápido crescimento e quadruplicará em orçamento nos próximos anos. Agora também o setor se beneficiará das soluções digitais de última geração fornecidas pela Atos, que combinam análise de dados, Indústria 4.0 e agricultura de precisão.

O objetivo é utilizar e aproveitar ao máximo dados brutos e oferecer serviços novos e inovadores, como a manutenção assistida. O operador usa um touchpad equipado com realidade virtual para diagnóstico e solução de problemas; manutenção preventiva, que permite sinais de alerta antecipado em caso de dano ou prejuízo nos equipamentos. Esses sinais podem acionar alarmes no caso de uma falha iminente ou ajudar os operadores a estimar o ciclo de vida restante dos componentes, a fim de antecipar interrupções e otimizar a produção; otimização e implementação de métodos de cultivo de plantas, isto é, o conjunto de condições científicas que permitem o desenvolvimento de uma planta. A análise de dados permitirá identificar esses métodos para o melhor desenvolvimento possível da plantação.

“Em última análise, o projeto Agricultura Urbana Digital não será apenas digitalizado, gerenciado e otimizado remotamente, mas também a experiência e conhecimento adquiridos permitirão a implementação de novos modelos de uso de dados para uma agricultura mais ecológica”, explica Laurence Ponsonnet, diretor da Atos na região de Rhône-Alpes-Auvergne, uma das firmemente comprometidas com o projeto. (#Envolverde)

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A Volvo terá 25% de plástico reciclável em seus veículos a partir de 2025

seg, 18/06/2018 - 20:21

A Volvo Cars anunciou que, a partir de 2025, pelo menos 25% dos plásticos utilizados em todos os novos modelos serão de material reciclado. A marca sueca também pediu aos fornecedores da indústria automotiva que trabalhem mais de perto com os fabricantes de automóveis para desenvolver componentes da próxima geração que sejam tão sustentáveis quanto possível, especialmente no que diz respeito ao uso de mais plásticos reciclados.

Para demonstrar a viabilidade desse compromisso, a empresa revelou uma versão especialmente construída do XC60 T8, seu utilitário esportivo híbrido plug-in, idêntico ao modelo existente, mas com vários de seus componentes plásticos substituídos por equivalentes de material reciclado.

“A Volvo Cars está comprometida em minimizar sua operação ambiental global”, disse Håkan Samuelsson, presidente e CEO da Volvo Cars. “O cuidado com o meio ambiente é um dos valores centrais da Volvo e continuaremos a encontrar novas maneiras de incorporar isso ao nosso negócio. Esse carro e nossa ambição em relação ao uso de plásticos reciclados são exemplos desse compromisso”.

O interior especial do XC60 tem um console de fibras renováveis e plásticos de redes de pesca e cordas marítimas descartadas. No piso, o carpete contém fibras feitas de garrafas PET e uma mistura de algodão reciclado de sobras de fabricantes de roupas. Os assentos também usam fibras PET de garrafas plásticas. Bancos de carros usados da Volvo foram usados para criar o material absorvente de som sob o capô do modelo. (#Envolverde)

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Projeto busca salvar albatroz de captura acidental

seg, 18/06/2018 - 20:11

Em meio aos compromissos da Semana do Meio Ambiente, dois integrantes da equipe técnica do Projeto Albatroz viajaram a Madri, na Espanha, para participar da Reunião Intersecional do Subcomitê de Ecossistemas da Comissão Internacional para a Conservação de Atuns do Atlântico (ICCAT). A fundadora e coordenadora geral do Projeto, Tatiana Neves, e o coordenador científico PhD Dimas Gianuca, trocaram informações importantes com os demais países sobre estatísticas de captura incidental de albatrozes e petréis no último ano.

O encontro discutiu, de 4 a 8 de junho, entre outros assuntos, o impacto de algumas pescarias sobre o estoque de peixes ao redor do mundo; como aplicar as medidas de mitigação eficientes para evitar a captura de aves oceânicas e outras espécies ameaçadas – como é o caso das tartarugas marinhas, mamíferos e determinados peixes; além dos avanços tecnológicos destas medidas.

O Projeto Albatroz e o Projeto Tamar, patrocinados pela Petrobras e membros da Rede Biomar, apresentaram aos representantes pesqueiros, governamentais e científicos, dados relevantes sobre a interação destes animais com a pesca industrial de espinhel, que tem como alvo peixes grandes como o atum. Esta reunião intersecional precede a reunião anual da ICCAT, que acontecerá em novembro deste ano, na Croácia.

O Projeto Albatroz apresentou dois estudos científicos conduzidos por sua equipe técnica, com o apoio do programa internacional Albatross Task Force, da BirdLife International. Um dos estudos fazia referência à eficácia do uso do primeiro protótipo do hookpod – dispositivo que envolve o anzol e o libera em uma profundidade segura para as aves. A pesquisa foi realizada nas frotas de espinhel em três países: Austrália, Brasil e África do Sul. Os dois últimos são considerados os ‘piores cenários possíveis’ na interação das aves com barcos pesqueiros.

De acordo com Tatiana Neves, coautora da pesquisa, o estudo apresentou resultados bastante positivos. No total, houve a captura de 24 aves, fisgadas por anzóis desprovidos de hookpod. A captura ocorreu com uso do dispositivo apenas uma vez durante o estudo. “Isso aconteceu porque o hookpod em questão foi colocado incorretamente. Ele abriu fora da profundidade correta e capturou uma pardela preta”, explica. (#Envolverde)

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Papa Francisco pede urgência na mudança de rota para o futuro

qua, 13/06/2018 - 15:33

Na conclusão do Simpósio promovido pelo Vaticano “Transição de energia e cuidado do lar comum”, o Dicastério para o Serviço de Desenvolvimento Humano Integral divulgou um comunicado, a pedido do papa Francisco.

“Enfrentar essa crise sócio ecológica requer uma mudança radical em todos os níveis, tanto pessoal quanto coletivo”, escreve o Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral, na conclusão do simpósio “Transição energética e cuidado do lar comum”, realizado entre 7 e 9 de junho na Casina Pio IV, nos Jardins Vaticanos.

O encontro – também promovido pela Universidade de Notre Dame – Mendoza College of Business – contou com a participação de dirigentes das principais empresas líderes nos setores de petróleo, gás natural e outros relacionados à energia, para discutir a transição energética, as oportunidades e riscos para o meio ambiente e para os pobres.

Segundo os especialistas envolvidos no evento, há necessidade de se ter uma visão de longo prazo. Os participantes, recebidos pelo Papa Francisco no dia 9 de junho, concordaram com a necessidade de “uma transição para uma economia com baixas emissões”, examinando “riscos, oportunidades e caminhos possíveis”, incluindo “as implicações do preço do carvão e a necessidade de distribuir a renda às pessoas desfavorecidas”.

Particular ênfase foi dada à necessidade de uma “visão de longo prazo”, especialmente pensando nas gerações futuras, e no fato de que “nem a transição energética nem a mudança climática podem ser reduzidas a apenas problemas econômicos, tecnológicos e regulatórios”, mas é preciso uma “voz moral”. Fonte Vatican News (#Envolverde)

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Evento da Unesco em Córdoba define ensino superior como bem público

qua, 13/06/2018 - 13:07

Organizada em conjunto pelo Unesco-IESALC, pela Universidade de Córdoba, pelo Conselho Interuniversitário Nacional (CIN) e pela Secretaria de Políticas Universitárias (SPU) do Ministério da Educação Argentina, a CRES 2018 é uma das reuniões preparatórias da Conferência Mundial sobre o Ensino Superior, que ocorrerá em Paris, em 2019, e marca o centenário da Reforma Universitária de 1918, em defesa da autonomia e democratização da universidade pública.

O evento caminha para definir a educação e o ensino com um bem público, em particular o ensino superior. A conferência debate o atual cenário da educação superior na América Latina e Caribe e as estratégias para a próxima década com vistas aos objetivos do desenvolvimento sustentável e definições da agenda Educação 2030 da Unesco. A CRES está em sua terceira edição. As duas primeiras foram realizadas em Cuba (1996) e Cartagena (2008).

Ruth Shady, do Ministério da Cultura e da Universidad Nacional Mayor de San Marcos, do Peru, Ennio Augusto, reitor da Universidad de Chile, Rui Vicente Oppermanann, reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, do Brasil, e Marco Antonio Rodrigues Dias, ex-diretor da Divisão de Educação Superior da UNESCO abrem o terceiro dia de atividades da III Conferência Regional da Educação Superior (CRES 2018), que acontece em Córdoba, na Argentina.

Todos os quatro, em diferentes espaços do campus da Universidade Nacional de Córdoba (UNC), tratam da relação entre universidade e sociedade. A conferência “Transcendência da civilização Caral para a geração de reflexões na sociedade” será ministrada pela diretora da Zona Arqueológica Caral e diretora da Escola de Arqueologia da Universidade Nacional Maior de São Marcos, Ruth Shady; “1918-1968-1998, o que pode ser feito em 2018 para que o ensino superior volte a ser um bem público?”, será proferida pelo ex-diretor da divisão superior da Unesco, Marco Antonio Rodrigues Dias; “Os desafios contemporâneos das universidades em sua interação com a sociedade” ficaraá a cargo do reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rui Vicente Oppermann, que cita a inclusão e a tolerância como grandes pontos a serem mudados pelas universidades. E, por fim, “Reconstruindo a ligação entre universidade pública e Estado”, ministrada pelo reitor da Universidade do Chile, Ennio Augusto Vivaldi Véjar”. Fonte Unesco (#Envolverde)

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ONU informa que queda do trabalho infantil nas Américas foi grande

qua, 13/06/2018 - 12:55

A queda mais importante no trabalho infantil perigoso no âmbito mundial foi na América Latina e no Caribe, informou o Escritório Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), durante o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil.
No último informe da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre o trabalho perigoso indica que entre 2012 e 2016, a região registrou uma redução de 2,4 pontos percentuais em sua proporção de crianças ocupadas em trabalhos perigosos.
A queda na América Latina e no Caribe foi a maior do mundo, seguido da Ásia e Pacífico. A terceira queda mais importante foi na África Subsaariana.
Mas a América Latina e o Caribe não somente reduziram as formas mais perigosas de trabalho infantil, como também o trabalho infantil como um todo.
Segundo os últimos números da OIT, o percentual de crianças entre 5 e 17 anos que trabalha caiu de 8,8% em 2012 para 7,3% em 2016, representando uma queda de 1,5%.
O percentual de trabalho infantil na região em 2016 era similar ao da Ásia e Pacífico (7,4%), mas muito inferior ao da África Subsaariana (22,4%).
Isto significa que, se em 2012 mais de 12.500 crianças trabalhavam na região, em 2016, eram 10.461.
“A redução do trabalho infantil e principalmente as suas formas mais perigosas é uma grande notícia para todos. O trabalho infantil é inaceitável sob qualquer ponto de vista e, é muito positivo que em nossa região estamos avançando para erradicá-la. Claro, podemos ir mais rápido com um pouco mais de esforço de nossos governos e das empresas do setor agroalimentar”, disse o Representante Regional da FAO, Julio Berdegué.
Segundo a FAO, metade das crianças que trabalham na América Latina e no Caribe estão na agricultura. Em nível mundial, esse número é ainda maior: três em cada quatro crianças trabalham na agricultura. Cento e oito milhões estão dedicadas à agricultura, pecuária, silvicultura ou aquicultura.
“Para conseguir que nenhuma criança tenha que trabalhar, os governos devem desenvolver políticas específicas voltadas para o trabalho infantil na agricultura. Mas, além disso, as empresas do setor devem fazer a parte que lhes pertence, e que não é pequena “, disse Berdegué.  Fonte ONUBr (#Envolverde)

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Basf busca soluções para melhora em baterias de carros elétricos

qua, 13/06/2018 - 12:39

O aumento no número de veiculos e do tráfego nas estradas, nas cidades chegou a níveis alarmantes.O número crescente de passageiros contribui para o aumento das emissões de óxido de nitrogênio e dióxido de carbono, com impactos adversos na qualidade do ar e no clima. Até 2025, mais ou menos 1,5 bilhões de carros estarão circulando nas estradas do mundo todo. “Esta crescente necessidade de mobilidade traz desafios, mas, ao mesmo tempo, oferece grandes oportunidades para desenvolver tecnologias inovadoras que permitam superá-los”, afirma dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Administrativo e diretor de Tecnologia (CTO) da BASF.

A BASF, maior fornecedora química para a indústria automotiva global, oferece uma ampla gama de soluções para esse segmento, como catalisadores móveis de emissão, sistemas de pintura, plásticos de alta performance e aditivos para combustíveis. Desde a concepção do conversor catalítico, em 1973, as tecnologias catalíticas da BASF eliminaram mais de um bilhão de toneladas de poluentes. A BASF assumiu compromissos com a melhoria da qualidade do ar, o que está alinhado com a estratégia da marca focada em oferecer soluções sustentáveis e eficientes O desenvolvimento contínuo de tecnologias avançadas de controle de emissão, além da crescente demanda por carros elétricos, ajudará a reduzir as emissões e aumentar a qualidade do ar no mundo todo. A eletromobilidade, principalmente quando combinada à energia renovável, é uma contribuição importante para atender às necessidades globais de mobilidade. O armazenamento eficiente e econômico da energia elétrica nas baterias será crucial para o sucesso comercial dos carros elétricos. Tudo se resume a química.

A maioria dos veículos elétricos atuais usa as baterias de íon de lítio. Um dos componentes mais importantes destas baterias são os materiais catódicos ativos. Eles definem a eficiência, confiabilidade, custos, durabilidade e o tamanho da bateria. Suas propriedades permitem velocidade, aceleração e potência – de carros compactos a SUVs, de caminhões a ônibus. “Os materiais catódicos ativos da BASF tornam as células de bateria mais potentes, confiáveis e econômicas. Oferecem as maiores oportunidades de melhor desempenho a menor custo. É nesta área que a química encontra sua maior alavanca para inovação e geração de valor”, Brudermüller acrescentou.

Os pesquisadores da BASF estão decididos a levar os materiais catódicos ativos ao próximo nível de eficiência para ajudar na evolução constante da eletromobilidade. Trata-se de mudar sua composição química, morfologia (forma e estrutura) e o processo de produção. Com suas inovações determinantes, a BASF pretende oferecer os materiais catódicos ativos com a maior densidade de energia do mercado. Até 2025, esses esforços ajudarão a tornar realidade a ideia de um carro elétrico, de médio porte, com o dobro de autonomia real (passando de 300 km para 600 km, com uma única recarga) e de vida útil da bateria, metade do tamanho e custo da bateria, e um tempo de carga reduzido para 15 minutos. A BASF espera que o mercado de baterias de íon de lítio cresça rapidamente. (#Envolverde)

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EUA aprova compra da Monsanto pela Bayer e formação gigante no setor

sex, 01/06/2018 - 19:23

A Bayer, companhia multinacional alemã, obteve a aprovação condicional da Divisão Antitruste do Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ, sigla em inglês) para a aquisição da Monsanto.

“O recebimento da aprovação do DOJ nos aproxima de nossa meta de criar uma empresa líder no setor agrícola”, disse o CEO da Bayer, Werner Baumann. “Queremos ajudar agricultores de todo o mundo a cultivar alimentos mais nutritivos de maneira mais sustentável”.

A Bayer já obteve quase todas as aprovações que são necessárias para o fechamento da transação. A empresa espera receber as aprovações pendentes necessárias para a conclusão da operação muito em breve.

A Bayer se tornará a única acionista da Monsanto Company após o recebimento das aprovações pendentes. De acordo com a aprovação condicional do DOJ, a integração da Monsanto com a Bayer pode ocorrer assim que os desinvestimentos para a BASF forem realizados. A expectativa é que isso aconteça em aproximadamente dois meses. (#Envolverde)

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ONU alerta para a prática do fracking e seus riscos

qua, 30/05/2018 - 19:50

O fraturamento hidráulico para extração de gás de xisto, também conhecido como “fracking”, produz energia mais limpa do que petróleo e carvão, mas não necessariamente traz benefícios aos países mais pobres do mundo, disseram especialistas da ONU.
Um novo relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) descreve o gás natural como um “combustível-ponte” útil para os Estados que pretendem avançar para fontes de energia renováveis mais sustentáveis.
Uma das vantagens é que o xisto emite cerca de 40% menos dióxido de carbono por unidade de energia produzida do que o carvão. Também pode ser armazenado e utilizado quando necessário de forma mais eficiente do que a energia gerada através de fontes renováveis, como o vento.
Contudo, o gás natural também possui desvantagens. Seu principal componente, o metano, tem um potencial de aquecimento global 28 vezes maior do que o dióxido de carbono encontrado em outros combustíveis fósseis.
O relatório afirma que o gás deve contribuir para promover uma transição suave entre o atual modelo econômico, baseado em combustíveis fósseis, para uma economia de baixo carbono, com o objetivo de atender o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 7 em 2030. O ODS 7 prevê o acesso à energia sustentável e moderna para todos.
Segundo a pesquisa, pouco conhecimento geológico e hidrológico e a falta de uma regulamentação adequada podem representar grandes obstáculos à fraturação hidráulica como método de extração do gás de xisto.
Janvier Nkurunziza, chefe da Seção de Pesquisa e Análise de Commodities da UNCTAD, disse que o relatório “não estava dizendo se o fracking é bom ou ruim”.
Segundo ele, isso é algo que somente governos podem dizer, com base em variáveis incluindo sua capacidade de investimento e possível contaminação de fontes de água subterrâneas.
“Se é realmente bom ou ruim, isso depende de vários fatores que analisamos neste relatório. Por exemplo: geologia, fontes de água; se você está aumentando seu estresse hídrico usando muita água, infraestrutura e assim por diante”, disse Nkurunziza.
“Não estamos dizendo que é bom ou ruim, apenas olhe as condições e a região onde você quer explorar este recurso, e então você será capaz de determinar se pode fazer isso ou não”, acrescentou.
Citando dados da Administração de Informação sobre Energia dos Estados Unidos (EIA, sigla em inglês), o relatório da UNCTAD indica que o mundo ainda tem cerca de 60 anos restantes de gás de xisto antes que o recurso esgote.
Cerca de metade dos 215 trilhões de metros cúbicos que esse total representa está em Argélia, Argentina, Canadá, China e Estados Unidos – embora os EUA sejam o maior produtor mundial de gás de xisto, com 87% da produção total.
“Os EUA são uma exceção”, afirmou Nkurunziza, observando que nenhum outro país tem os enormes investimentos necessários para financiar a exploração de gás de xisto em tal escala.
Graças a essa força financeira, o gigante norte-americano também se tornou um exportador líquido de gás natural em julho do ano passado, enquanto o enorme comprometimento do país com as instalações de liquefação também o colocou na posição de terceiro maior estoque de energia do mundo, depois de Austrália e Qatar, entre agora e 2020.
Outros fatores, como a propriedade de terra, também explicam o domínio dos EUA na exploração de gás de xisto, disse Nkurunziza, destacando que nos EUA, “se você quiser usar sua terra para fraturação hidráulica, essa é uma escolha que só depende de você”.
O funcionário da UNCTAD acrescentou que a maior economia do mundo também tem a “tecnologia mais avançada disponível” para que o fracking aconteça, junto com um sistema financeiro altamente flexível, capaz de resistir aos altos e baixos das mudanças nos preços das commodities.
“Nos EUA, às vezes, quando os preços caem, param (de investir) no fraturamento hidráulico, e quando aumentam, voltam a investir na atividade. É muito flexível”, observou. Fonte ONUBr (#Envolverde)

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Estônia é o primeiro país com transporte público gratuíto

sex, 25/05/2018 - 19:44

Na Europa, o país báltico Estônia qur implantar transporte gratuito em todo o seu território, permanentemente. Para começar, a proposta vem sendo testada na capital Tallin e, de acordo com as autoridades locais, “a experiência não poderia estar indo melhor do que está”, demonstrando o acerto da medida.
Allan Akaüla, responsável pelos Assuntos Europeus da Estônia, afirma que em Tallin o uso de transporte público sem custo já trouxe a primeira vitória, ao conseguir “reduzir o número de automóveis na cidade”. Além disso, a novidade vem ajudando as pessoas a se sentirem mais à vontade para ir a “restaurantes, bares ou cinemas”.
Há regras e, para poder viajar de transporte público na capital da Estónia sem desembolsar nada é necessário ser residente permanente na cidade e comprar um pequeno cartão, apenas uma vez, que custa dois euros.
Allan Akaüla está convencido de que o futuro das cidades europeias, e do mundo todo, passa por ter menos carros e pelo acesso gratuito aos meios de transporte coletivos. Fonte: Mobilize Brasil (#Envolverde)

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Mudança climática é a grande ameaça à humanidade, alerta ONU

sex, 25/05/2018 - 19:00

Nenhum outro desafio em escala global é tão ameaçador quanto as mudanças do clima, afirmou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em uma conferência sobre ação climática neste mês. O chefe da ONU reiterou sua convicção que o aquecimento global resulta em uma “ameaça existencial” para a humanidade.
Tanto liderança quanto inovação são essenciais para ação contra a mudança global do clima, afirmou Guterres em seu discurso na ‘R20 Austrian World Summit’, uma iniciativa de longo prazo para auxiliar regiões, países e cidades a implementar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e alcançar as metas do Acordo de Paris.
O chefe da ONU reforçou que “devemos utilizar todos os nossos recursos para construir um sentido de urgência”. Guterres também mencionou a importância por prezar pela contenção do aumento das temperaturas em no máximo 1,5 grau célsius.
O secretário-geral afirmou que existem razões para manter a esperança, declarando que “o mundo está vendo uma onda de ações contra as mudanças climáticas”.
Guterres citou exemplos como a construção de uma fazenda solar no Marrocos “do tamanho da cidade de Paris, que irá gerar eletricidade para milhões de lares até 2020”, e da conquista da China, que já ultrapassou seu objetivo de produzir 105 gigawatts de energia solar até 2020.
“Nós devemos nos basear nisso”, enfatizou o chefe da ONU, destacando o modo como a energia renovável, responsável pela produção de um quinto da eletricidade no mundo, também possui benefícios significativos à saúde.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou que mais de 80% dos habitantes de regiões urbanas são expostos a ar de baixa qualidade.
“Investimentos em infraestrutura limpa e verde precisam ser realizados em uma escala maior em todo o mundo”, explicou. “Para tanto, precisamos de lideranças do ramo das finanças e investimentos, e que governos locais, regionais e nacionais decidam por grandes planos de infraestrutura nos próximos anos.”
O secretário-geral encorajou líderes do setor privado presentes na conferência, que contou com o apoio da Assembleia Geral da ONU, a anunciar novos financiamentos a projetos de energia limpa.
Embora os 30 membros da Agência Internacional de Energia (AIE), um organismo internacional multilateral, estimem que os investimentos realizados em energia renovável no ano de 2017 tenham sido de cerca de 242 bilhões de dólares, essa quantia ainda foi consideravelmente inferior ao montante investido no desenvolvimento de combustíveis fósseis.
Bilhões de dólares ainda precisam ser direcionados a estratégias renováveis para garantir uma “transição para energia limpa em grande escala” até o ano de 2020, de acordo com Guterres.
Além disso, mais de 75% da infraestrutura necessária até 2050 ainda não foi construída.
“Mobilizar e equipar governos locais com a capacidade e financiamento para acelerar a ação contra mudanças climáticas é necessário se quisermos dobrar a curva de emissão de gases de efeito estufa”, declarou.
Notando que as mudanças climáticas continuam a acontecer mais rápido que a implementação de políticas para controlá-las, o chefe da ONU fez menção ao Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC): “Quanto mais interferirmos em nosso clima, mais severos serão os riscos, e mais profundos serão os impactos”.
“Mas não precisa ser dessa forma”, continuou o secretário-geral, mencionando energia solar, eólica, e tecnologias de ponta, como veículos elétricos e energia provinda de algas marinhas, como artifícios que prometem uma nova era para o ar limpo.
“Vamos nos juntar a uma corrida pelo topo, uma corrida onde só existem vencedores”, concluiu Guterres. Fonte: ONUBr (#Envolverde)

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Ônibus e carros elétricos retirarão mais de 7 mi de barris de petróleo por dia

ter, 22/05/2018 - 19:21

A eletrificação do transporte rodoviário se tornará mais rápida na segunda metade da década de 2020, graças à queda dos custos com bateria e fabricação em larga escala, com vendas de carros elétricos chegando a 28%, e de ônibus elétricos a 84%, em seus respectivos mercados globais até 2030.A transição no transporte terá implicações importantes para a demanda de eletricidade e para o mercado de petróleo. Os EVs e os ônibus elétricos usarão 2.000 TWh em 2040, aumentando em 6% a demanda global por eletricidade. Enquanto isso, a mudança de veículos movidos a ICE para os elétricos deverá eliminar 7,3 milhões de barris por dia de combustível dos transportes.

A mais recente previsão de longo prazo da Bloomberg New Energy Finance (BNEF) mostra um aumento das vendas de veículos elétricos (EVs, sigla em inglês) de um recorde de 1,1 milhão no ano passado para 11 milhões em 2025, e então para 30 milhões em 2030, estabelecendo uma vantagem em relação aos carros movidos a motor de combustão interna (ICE, sigla em inglês). A China liderará essa transição, com as vendas representando quase 50% do mercado global de EV em 2025 e 39% em 2030.

A expectativa é que o número de veículos movidos a ICE (gasolina ou diesel), vendidos por ano, comece a cair em meados da década de 2020, com uma forte penetração dos EVs em seu mercado. Em 2040, estima-se que cerca de 60 milhões de EVs sejam vendidos, o equivalente a 55% do mercado mundial de veículos leves. Carros de “mobilidade compartilhada” serão um elemento pequeno, mas crescente (veja abaixo).

O avanço dos ônibus elétricos (e-buses) será ainda mais rápido do que dos carros elétricos, de acordo com a análise da BNEF. Ela mostra a presença dos ônibus elétricos em quase todas as configurações de recarga com um custo total de propriedade menor do que os ônibus municipais convencionais até 2019. Já existem mais de 300.000 ônibus elétricos nas ruas da China, e os modelos elétricos deverão dominar o mercado global até o final dos anos 2020.

Colin McKerracher, analista-chefe de transporte avançado da BNEF, comentou: “Os progressos nos últimos 12 meses, como os planos dos fabricantes para lançamentos de modelos e novas regulamentações sobre poluição urbana, reforçaram nossa visão otimista sobre as perspectivas dos EVs. As mudanças em nossa previsão desta vez, em comparação com a anterior há um ano, são modestas, pelo menos no que diz respeito aos carros. Acreditamos agora que os EVs representarão 55% das vendas de veículos leves em 2040, em vez de 54%, e representarão 33% da frota total de veículos do mundo.

“Mas a grande novidade desta previsão são os ônibus elétricos. A China liderou esse mercado de forma espetacular, respondendo por 99% do total mundial no ano passado. O resto do mundo seguirá e, até 2040, esperamos que 80% da frota de ônibus municipais seja elétrica. ” (#Envolverde)

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Energia suja cresce nos EUA com aumento de empregos no setor

sex, 18/05/2018 - 20:25

O setor energético dos Estados Unidos empregou 6,5 milhões de trabalhadores em 2017, um aumento de 133 mil empregos em relação ao ano anterior, segundo o Relatório de Energia e Emprego de 2018 dos EUA (U.S. Energy & Employment Report – USEER), que acaba de ser divulgado pela Energy Futures Initiative (EFI) e pela National Association of State Energy Officials (NASEO). Metade deles – 67 mil – foram criados por empresas de eficiência energética. A indústria da energia poluente, principalmente de base petrolífera, cresceu com a política do governo Trump e conseguiu em 10 anos reduzir o número de empregos no setor de energia limpa.

Os empregos na geração de eletricidade a gás natural continuaram a crescer, adicionando mais de 19.000 novos empregos, à medida que o gás natural continua a ascender à posição de combustível número um para geração de eletricidade nos EUA. As empresas de energia solar empregaram, total ou parcialmente, 350.000 pessoas em 2017. Isso representa uma redução de 24.000 postos de trabalho em energia solar em 2017 – a primeira perda líquida de empregos desde que os empregos solares foram compilados pela primeira vez em 2010.

A taxa de crescimento dos empregos em energia foi de 2%, índice ligeiramente acima da média nacional de 1,7%. Mas esse cenário de crescimento não está sendo acompanhado pela oferta: mais de duas em cada três empresas ouvidas (70%) relataram dificuldade em contratar trabalhadores qualificados nos últimos 12 meses. Para 2018, as empresas participantes da pesquisa anteciparam uma expansão de 6,1% no emprego, excluindo o setor de veículos automotores, indicando que a demanda por mão-de-obra qualificada permanecerá aquecida.

O relatório analisou quatro setores da indústria de energia nos EUA: geração de energia elétrica e combustíveis; transmissão, distribuição e armazenamento; eficiência energética; e veículos motorizados. Os empregos nos setores de energia foram responsáveis por quase 7% de todos os novos empregos em todo o país em 2017. (#Envolverde)

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Incêndios destroem florestas sazonais e campos agricultáveis na Sibéria

sex, 18/05/2018 - 20:06

Um grande número de intensos incêndios se espalhou pelo extremo leste da Rússia nesta primavera, envolvendo não só a atmosfera, como estradas e florestas na densa camada de fumaça. Em apenas seis dias entre 7 e 13 de maio de 2018 , os bombeiros russos combateram 693 incêndios em 40 territórios. Muitos dos incêndios estavam localizados na região de Amur Oblast na Sibéria. Esses incêndios estão destruindo grande parte da floresta de coníferas que circundam o planeta e são conhecidas como florestas sazonais.

As imagens de labaredas em Amur Oblast foram capturadas pelo Landsat 8 em 7 de maio de 2018. Os dados de cor natural ( bandas 4–3–2) são sobrepostos com dados infravermelhos (bandas 6 e 5) para revelar pontos quentes ainda em chamas.

Um inverno seco e quente preparou o cenário para uma temporada de incêndios florestais em 2018 na Rússia. Os incêndios florestais são comuns nesta região densamente florestada ( floresta sazonal, formada por pinheiros), e a estação geralmente começa em abril ou maio.

Isso é agravado pela prática de agricultores desta área, que queimam cultivos antigos para ajudar a limpar os campos e reabastecer o solo com nutrientes. Esses incêndios saem de controle e se tornam verdadeiras catástrofes ambientais. Amur Oblast tem experimentado mais incêndios por mês neste ano do que em qualquer outro desde 2008, de acordo com o Global Fire Emissions Database .

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Somália devastada com a pior enchente da história

qua, 16/05/2018 - 20:07

Agências das Nações Unidas reforçaram suas ações na Somália em resposta a uma série de enchentes devastadoras que atingem diversas partes do país. As inundações impactaram quase 500 mil pessoas e deslocaram em torno de 175 mil habitantes de suas casas.
De acordo como a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), as enchentes atuais são algumas das piores que a região já teve, uma vez que o nível de água no momento excede o período de retorno – intervalo estimado entre ocorrências de igual magnitude de um fenômeno natural – de 50 anos.
“Deslocados internos continuam sendo os mais vulneráveis aos impactos de enchentes, muitos campos estão localizados em áreas de baixa altitude”, disse Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, a repórteres em Nova Iorque no final de abril.
“Parceiros humanitários no local têm priorizado água, saneamento, higiene, saúde, abrigo e alimentos em suas intervenções”, completou.
As chuvas fortes e enchentes relâmpago vêm apenas meses após uma seca devastadora que deixou mais de 6 milhões de pessoas em necessidade de assistência humanitária. As enchentes são mais graves do que esperado.
A magnitude da chuva está muito além do previsto, disse Yngvil Foss, chefe adjunta do Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) na Somália.
“Inicialmente, todos os atores humanitários começaram seus socorros com os meios e recursos disponíveis”, ela disse, observando como agências de socorro da ONU conseguiram angariar fundos ao longo da semana anterior para incrementar intervenções críticas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), por exemplo, entregou 4,5 milhões de toneladas métricas de medicação e outros suprimentos médicos no dia 29 de abril para Belet Weyne, capital da província de HirShabelle, duramente atingida pelas enchentes.
Tropas de paz da Missão da União Africana na Somália (AMISOM) também evacuaram mais de 10 mil residentes em Belet Weyne de partes alagadas da cidade, além de garantir lonas e água para as vítimas.
Mais financiamento é necessário com urgência
Apesar das recentes boas notícias em relação ao financiamento, mais fundos são necessários urgentemente para ajudar o número crescente de deslocados.
No dia 30 de abril, o presidente da Somália, Mohamed Abdullahi Mohamed ‘Farmajo’, visitou áreas afetadas pelas inundações e fez um apelo à comunidade internacional por ajuda humanitária urgente.
O Plano de Resposta Humanitária para a Somália de 2018, que totaliza 1,5 bilhão de dólares (antes das chuvas), só possui 19% de fundos. Lançado pelas agências das Nações Unidas e parceiros humanitários, o plano busca auxiliar em torno de 5,4 milhões de pessoas com assistência. Fonte ONUBr (#Envolverde)

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Fazenda inglesa dá exemplo de preservação do meio ambiente natural

seg, 14/05/2018 - 20:15

Exemplo de sustentabilidade e liderança, Emma Lambe, que está no comando de Castle Farm, uma fazenda no interior da Inglaterra, precisou unir força e coragem para atuar em um universo predominantemente masculino. A paixão pelo mundo natural é sua inspiração diária, que alimenta o desejo de proteger e melhorar o meio ambiente para as gerações futuras.

Em Castle Farm, Emma, encontrou uma forma efetiva de lutar pela biodiversidade, integrando a produção da fazenda ao programa de Comércio com Comunidades da The Body Shop®, marca ativista de cosméticos naturais. Tal iniciativa visa negociar de forma justa com pequenos agricultores e cooperativas rurais, especialistas em sua área de atuação, e, em troca, oferece boas práticas comerciais e preços que visam criar independência para a comunidade, além de seguir com outro compromisso da marca, que visa valorizar a natureza sem explorar (Enrich Not Exploit).

Em Castle Farm acontece toda a produção da linha Rosas Inglesas, que envolve matérias-primas obtidas de forma 100% orgânica – sem pesticidas, nem fertilizantes para garantir a pureza e qualidade dos ingredientes. Tal princípio preserva a biodiversidade do ambiente local, proporcionando um solo saudável, sustentando o entorno para permitir que todas as formas de diversidade da vida selvagem e de plantas prosperem.

Para Emma, quanto maior o número de animais e plantas convivendo em harmonia no ecossistema, maior é a esperança de sobrevivência do planeta. Suas ideias e a vontade de fazer a diferença motivam muitas mulheres a terem mais coragem e compaixão. “Eu tive que encarar cara a cara o preconceito, mas eu acredito que se você se importa o suficientemente com uma causa ou mudança e nunca compromete suas crenças, você pode ser bem sucedida”, declara a fazendeira. (#Envolverde)

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Neonazismo prolifera no mundo como um câncer, diz dirigente da ONU

qui, 10/05/2018 - 22:03

Em inauguração de exposição sobre a Segunda Guerra Mundial, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou em Nova Iorque, nesta semana, que atos para lembrar o conflito nunca foram tão significativos quanto atualmente. Segundo o chefe da ONU, mais uma vez, o mundo é palco da proliferação do antissemitismo e do neonazismo, descrito por Guterres como “um câncer”. Na terça-feira (8), a rendição incondicional da Alemanha completou 73 anos.
Lembrando que o confronto causou uma destruição “absolutamente inimaginável”, Guterres ressaltou que a União Soviética foi, “de longe”, o Estado com o maior número de sacríficos durante o combate aos nazistas.
“Vemos um mundo em que conflitos se proliferam, em que tantas guerras estão acontecendo. Portanto, acredito que é absolutamente essencial lembrar a todos nós as lições da Segunda Guerra Mundial que, para a União Soviética, foi considerada a Grande Guerra Patriótica”, afirmou o secretário-geral durante a abertura de uma mostra na sede das Nações Unidas.
Outro problema, alertou o dirigente, é o reaparecimento de mensagens neonazistas.
“Vemos movimentos políticos que ou confessam sua filiação neonazista, ou no mínimo, usam a simbologia, as imagens, as palavras, como “sangue e solo”, (dos nazistas). Vemos isso ser repetido em manifestações em diferentes partes do mundo. Isso é um câncer que está começando a se espalhar novamente e acho que é nosso dever fazer todo o possível para assegurar que essa doença horrível seja curada”, enfatizou Guterres.
De acordo com o secretário-geral da ONU, “a memória de todos aqueles que conseguiram derrotar o nazismo em 1954 nos permite derrotar qualquer forma de neonazismo nos dias de hoje”. “Não podemos nos esquecer do pior crime dos nazistas, que foi, é claro, o Holocausto”, lembrou o chefe do organismo internacional.
Junto com o neonazismo, disseminam-se também o antissemitismo e outras formas de ódio, como a discriminação direcionada aos muçulmanos.
“Eu espero sinceramente que as lições da vitória de maio nos ajudarão a derrotar o ressurgimento de ideias e convicções que eu achava que estavam enterradas para sempre. É nosso dever fazer isso porque não podemos aceitar que essas ideologias retornem”, completou Guterres. Fonte: ONUBr (#Envolverde)

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