Campanhas

Plataforma para uma Internet Livre, Inclusiva e Democrática


A Coalizão Direitos na Rede, com 96 membros da sociedade civil, decidiu por consenso apoiar a candidata Flávia Lefévre à reeleição para o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), e apresentou ao Colégio Eleitoral sua Plataforma para uma Internet Livre, Inclusiva e Democrática, que reproduzimos abaixo.

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Manifesto do Projeto Brasil Nação


O Brasil vive uma crise sem precedentes. O desemprego atinge níveis assustadores. Endividadas, empresas cortam investimentos e vagas. A indústria definha, esmagada pelos juros reais mais altos do mundo e pelo câmbio sobreapreciado. Patrimônios construídos ao longo de décadas são desnacionalizados.

Mudanças nas regras de conteúdo local atingem a produção nacional. A indústria naval, que havia renascido, decai. Na infraestrutura e na construção civil, o quadro é de recuo. Ciência, cultura, educação e tecnologia sofrem cortes.

Programas e direitos sociais estão ameaçados. Na saúde e na Previdência, os mais pobres, os mais velhos, os mais vulneráveis são alvo de abandono.

A desigualdade volta a aumentar, após um período de ascensão dos mais pobres. A sociedade se divide e se radicaliza, abrindo espaço para o ódio e o preconceito.

RFI: ONGs responsabilizam Burger King pela destruição do cerrado brasileiro


Por Daniella Franco, 15-3-2017, RFI

Além de prejudicar a própria saúde, você sabia que ao consumir fast food, você pode também prejudicar o meio ambiente e contribuir para a destruição das florestas? Esse é o alerta feito pelas ONGs Mighty Earth e Rainforest Foundation da Noruega. Elas publicaram um relatório neste mês que mira na segunda maior cadeia de hambúrgueres do mundo, a Burger King.

Entidades lançam #ChegaDeAgrotóxicos para pressionar a redução do uso de venenos


Organizações da área de saúde, meio ambiente, produção agrícola sustentável e de promoção dos direitos humanos lançaram a plataforma online #ChegaDeAgrotóxicos. Em forma de petição online, tem como objetivo mobilizar a sociedade pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 6.670/2016, que institui a Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pnara).

O PL foi criado a partir de um documento apresentado em novembro passado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e o Greenpeace como alternativa ao Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara), criado em 2014, porém nunca implementado.

Nota de repúdio contra a manobra do Senado para aprovação sumária do PLC 79/2016


As organizações civis abaixo subscritas vêm, perante o público e a sociedade civil brasileira, repudiar a decisão da Secretaria Geral da Mesa Diretora do Senado Federal que rejeitou, nesta segunda-feira (19/12), o recurso que pedia votação em plenário do Projeto de Lei da Câmara nº 79/2016.

Manifesto de Guadalajara pelos Direitos e Governança da Internet no Brasil


Nós, representantes de organizações da sociedade civil de todo o mundo presentes no 11º Fórum de Governança da Internet em Guadalajara, México, nos unimos para expressar nossa preocupação com as mudanças de políticas relacionadas ao acesso, governança e uso da Internet que têm ocorrido no Brasil este ano.

Combate à cultura do assédio: por que devemos registrar a “cantada” de rua na delegacia


“Lute por seus direitos”, diz ilustração da artista Debi Hasky

Certa noite, Fernanda* chegou em casa e foi assediada no elevador do próprio prédio onde mora. “Gostosa, quanto é o programa?”, falou no seu ouvido um homem desconhecido se aproximando muito além do que ela gostaria. Ela reagiu com raiva e xingou o homem, que fugiu. Só que a portaria exige que todas as pessoas que entram no prédio deixem seus dados em um caderno. Fernanda, que é formada em Direito, recolheu os dados e foi até a delegacia mais próxima, a três quadras de onde mora. No caminho, passou por mais um assédio: três homens que cruzaram seu caminho tentaram se aproximar dela falando de sua aparência. Ao chegar na delegacia, um policial lhe atendeu de má vontade e registrou errado seu boletim de ocorrência, classificando o crime de injúria, como se ela tivesse se ofendido por ser confundida com uma prostituta, o que não foi o caso.

Instituto Patrícia Galvão divulga dossiê sobre feminicídio #InvisibilidadeMata


Nomear o problema – o feminicídio – é certamente um passo fundamental, mas é preciso conhecer sua dimensão e desnaturalizar práticas, enraizadas nas relações pessoais e instituições, que colaboram para a perpetuação da violência contra as mulheres até o desfecho fatal.

Como fazer uma campanha de sucesso contra a violência de gênero


Foto por Elza FiúzaPare por um minuto e tente se lembrar da última campanha ou iniciativa que você viu contra a violência de gênero. Quanto tempo ela durou? Voltava-se a ambos os sexos ou apenas um deles? O que ela lhe provocou: desejo de agir ou indiferença? As pessoas ao seu redor foram influenciadas positivamente?

Se o projeto deu poucos frutos, existe a possibilidade de que tenha falhado na duração, na frequência das mensagens, no público-alvo, na comunicação ou em todos os fatores ao mesmo tempo. Trata-se da conclusão de uma pesquisa global feita sobre o que funciona ou não nas iniciativas contra a violência de gênero.

#TambémÉViolência: 3 em cada 5 mulheres são vítimas de relacionamento abusivo


No Brasil, existem diferentes tipos de violência que calam e aprisionam milhões de mulheres diariamente. Nosso país ocupa o 5º lugar no ranking de feminicídio de acordo com a ONU Mulheres. E os índices são alarmantes. Cerca de 41% dos casos de violência acontecem dentro de casa. Além disso, 3 em cada 5 mulheres sofreram, sofrem ou sofrerão violência em um relacionamento afetivo. É urgente! Precisamos falar de relacionamento abusivo.

Campanha #TambémÉViolência joga luz sobre o relacionamento abusivo (Foto: Camila Cornelsen)