CARTA EM APOIO ÀS ATRIBUIÇÕES E CARÁTER MULTISSETORIAL DO CGI.BR

Novembro é um mês importante para as mulheres negras no Brasil. O dia 20 – Dia da Consciência Negra – e o dia 25 – Dia Latino-americano e Caribenho pelo fim da violência contra a mulher – são duas datas simbólicas para trazer à memória a história de luta e resistência das mulheres negras e refletir sobre as condições atuais de vida dessa população.

Fundo Brasil apoia projetos que enfrentam a violência contra a juventude

O Baobá – Fundo para Equidade Racial, Instituto Unibanco e Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) lançaram a segunda edição do Edital Gestão Escolar para a Equidade – Juventude Negra, durante seminário realizado na Praça das Artes, no centro da capital paulista, que reuniu mais de 250 participantes e 13 palestrantes dentre especialistas, gestores e estudantes envolvidos com o tema da desigualdade racial. O edital irá selecionar práticas de gestão escolar voltadas para promover a equidade racial em escolas públicas do Ensino Médio.

CGI.br recomenda que sociedade seja ouvida sobre franquia de dados na banda larga fixa

Uma pesquisa nacional divulgada no dia 2 de novembro aponta que 70% da população sente que as polícias cometem excessos de violência no exercício da função. O percentual sobe entre jovens com idade entre 16 e 24 anos, chegando a 75%. Os dados foram apurados pelo Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Publicado o Regulamento do Marco Civil (Decreto 8771/2016)

O Acordo de Paris contra a mudança do clima entrou em vigor nesta sexta-feira. De hoje em diante, ele é lei em todos os países que o ratificaram. Cada cidadão, governo, empresa e organização da sociedade civil torna-se hoje legalmente comprometido com a tarefa de estabilizar o aquecimento global em bem menos de 2ºC em relação à era pré-industrial e fazer esforços para limitá-lo a 1,5°C.

Esclarecimento do CGI.br sobre o Relatório da CPI de Crimes Cibernéticos

Nomear o problema – o feminicídio – é certamente um passo fundamental, mas é preciso conhecer sua dimensão e desnaturalizar práticas, enraizadas nas relações pessoais e instituições, que colaboram para a perpetuação da violência contra as mulheres até o desfecho fatal.