Casa Pública abre vagas para receber repórteres internacionais


A Agência Pública convida jornalistas internacionais para participar do programa de residências da Casa Pública, o primeiro centro cultural de jornalismo do Brasil. O espaço funciona como um polo para a produção, discussão e apoio ao jornalismo independente e inovador na América Latina.

A segunda edição do programa, que oferece hospedagem e mentoria gratuita, procura apoiar jornalistas interessados em produzir reportagens em uma variedade de temas relacionados aos direitos humanos. As inscrições abrem no dia 11 de agosto e devem ser feitas pelo formulário.

A cada mês selecionaremos dois jornalistas para passarem pelo menos 15 dias morando na Casa Pública enquanto desenvolvem suas pautas. As residências vão acontecer em setembro, outubro e novembro de 2017 e em janeiro, fevereiro e março de 2018. As inscrições permanecem abertas durante todo esse período.

A seleção será feita em duas etapas, sendo a primeira o preenchimento do formulário online e a segunda, uma entrevista por Skype com as coordenadoras da Agência Pública. Os candidatos serão escolhidos com base em sua experiência e na pauta que têm interesse em investigar. Os finalistas serão contatados mês a mês.

Além da hospedagem e do uso da estrutura do escritório da Agência Pública no Rio, os contemplados vão receber o apoio da Pública na elaboração das reportagens e para realizar contatos com jornalistas e fontes locais.

“Aqui você tem todo o apoio para fazer jornalismo em um país estrangeiro, em um ambiente onde você se sente confortável, e com uma abordagem que é muito mais consciente da realidade social do país,” explica Caterina Clerici, jornalista italiana que participou da primeira edição do programa.

Leia o regulamento completo.

Após concluir a residência, os jornalistas publicam a reportagem em veículos de seus países e também no site da Agência Pública, em português.

Para fazer a inscrição, o jornalista deve comprovar experiência em realizar reportagens e detalhar seu plano de investigação. Na segunda etapa da seleção, a Pública exige também uma carta de um meio de comunicação que se comprometa a publicar a matéria produzida durante a residência. É recomendável que o residente providencie um seguro para seus equipamentos.

A Pública não se responsabiliza pelo visto, pela alimentação e nem pelo transporte no Rio de Janeiro.

Fonte: Agência Pública