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Pontos de vista

O machismo de Temer fortalece a violência contra a mulher no Brasil

por Leonardo Sakamoto*A cada 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, nós, homens, deveríamos parar, ler, ouvir e refletir sobre como temos sido, consciente ou inconscientemente, por nossas ações ou nossa omissão, física ou psicologicamente, instrumentos de dor e opressão. É (mais) um dia de luta para elas e deveria ser de silêncio para nós.Daí, aparece Michel ”Ministério de Homens Brancos” Temer. E, ignorando isso, resolve escancarar o que pensa das mulheres em homenagem à data:

2017: o fim do Estado de Bem-Estar Social

por André Santos*O ano de 2017 será uma continuidade de 2016 em termos legislativos. Isso porque ficou uma longa pauta remanescente, que será deliberada neste ano. Entre as proposições, podemos mencionar o projeto de regulamentação da terceirização, a votação no Senado da reforma do ensino médio e a reforma da Previdência.

Cândido Grzybowski: Informação, comunicação e democracia

A liberdade de expressão e de informação é um direito civil e político fundamental, condição  para a ação cidadã e para construir democracias substantivas. Controlar a informação e interferir na liberdade de expressão são as primeiras medidas de qualquer regime antidemocrático. Mas onde se situa a linha entre liberdade e controle? A censura como política de poder e com agentes censores atuando é a negação por excelência da liberdade de expressão.

A barbárie no nosso cotidiano

Por Cândido Grzybowski*

O novo mapa da desigualdade brasileira

por Evilásio Salvador

2016: o que fazer com a desesperança

por Bárbara Natália Lages Lobo*Há quem fale que 2016 se prolongará pelos próximos 20 anos. Enganam-se!Em 2016, retrocederemos, pelo menos, 20 anos.Retornamos à época do acordo com os ditadores, que resultou na Assembleia Constituinte. Aquela era a época de se reconhecer a moratória dessa dívida que pagamos há anos.

O que pensam os usuários de crack atendidos pelo programa De Braços Abertos

Centro de São Paulo, região da Luz. O alvo de uma das maiores polêmicas da cidade, que já permeia várias administrações e campanhas eleitorais, se concentra em apenas um quarteirão de cerca de 100 metros de extensão, no trecho da alameda Dino Bueno entre a rua Helvétia e o largo Coração de Jesus. É ali que se localiza o “fluxo” – um aglomerado de usuários e vendedores de crack que chega a reunir cerca de 500 pessoas.Nossa reportagem passou cerca de um mês no local para produzir o minidoc Noia, agraciado no 8º Chamado Público do Núcleo de Jornalismo do Canal Futura.

Ninguém vai tirar a Virada Cultural de nós!

Por Paulo Novielo, jornalista e ativista cultural, especial para os Jornalistas Livres

Tudo é interseccional? Sobre a relação entre racismo e sexismo

por Ina Kerner*A discussão sobre interseccionalidade tem ocupado um espaço importante na pesquisa de gênero. O reconhecimento de que formas sexuais de injustiça são, por um lado, análogas e, por outro, empiricamente entrelaçadas com outras formas de injustiça — como as relacionadas a “raça”, etnia e religião — encontra nesse conceito sua expressão teórica. Se levarmos em consideração razões histórico-linguísticas, a importância de refletir com maior precisão sobre a relação entre racismo e sexismo é evidente por si só.Resumo

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