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Pontos de vista

A ocupação do novembro negro e a primavera feminista

por Luka Franca*“O feminismo não terá cumprido sua proposta de mudança dos valores antigos se ele não levar em conta a questão racial”. GONZÁLEZ, Lélia. Entrevista ao jornal do MNU (Movimento Negro Unificado) em 1991.

Mulheres, onde ainda estamos?

por Luciana Lóssio*Em março de 2014, mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, escrevi para a Folha um artigo intitulado “Mulheres, onde estamos?”, com o objetivo de demonstrar como a participação feminina na política brasileira ainda é tímida.

Com quantos paus se constrói um estuprador-universitário, por Patrícia Zaidan

Nenhum garoto nasce com ganas de violar. O comportamento não pode ser atribuído à natureza masculina, ao instinto primitivo, à força da biologia. Ou todos os homens, sem exceção, estuprariam. Um estuprador é fabricado. Vi isso, mais uma vez, ao escrever a reportagem “Estupro na Faculdade”, publicada na edição de setembro de CLAUDIA. O texto mostra que nas melhores universidades brasileiras os alunos estupram suas colegas como parte da vida recreativa estudantil. E as instituições fingem não ver o “abatedouro” de mulheres funcionando em suas dependências. Fingiam.

A Petrobras e o Brasil

por Cândido Grzybowski (*)

Diplomacia e pena de morte

por Livia Sobota (*)

Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie

por Pe. Antonio Piber[Pulbicado originalmente em 10 de janeiro de 2015 no blog de Leonardo Boff]

Voto livre do eleitor com deficiência

Por Izabel Maior*

De Ferguson a São Paulo: entre a zona do não-ser e a rebelião permanente

Por Jaime Amparo Alves*Hesitei em escrever sobre o assassinato de Michael Brown, em Ferguson, no estado do Missouri, no ultimo dia 9 de agosto.  Não há nada de novo nas imagens televisivas de um jovem  negro de 18 anos abatido a tiros nas ruas de uma cidade onde quer que seja. Afinal, enquanto Brown era assassinado em Ferguson, no sul do continente outros jovens negros encontravam a morte nas mãos da polícia militar.

Um BRICS para os Povos

por Fátima Mello* Os resultados da VI Cúpula dos BRICS, expressos na Declaração de Fortaleza, evidenciam que o bloco passou a dar passos concretos em iniciativas de grande importância na disputa por uma nova ordem global que encontra-se em um longo processo de reconfiguração desde o fim da Guerra Fria.

O marco de desenvolvimento pós-2015 exige aquilo que faltou nos ODM: Participação e supervisão cidadã

por Viviane Castro*Os oito objetivos tentavam sintetizar e abarcar as resoluções aprovadas na década de 1990 em conferências e reuniões de cúpula das Nações Unidas, além de ser um compromisso de todas as nações para combater a pobreza e a fome, reduzir as doenças, a desigualdade de gênero, lutar pela educação, contra a falta de acesso à água e ao saneamento, além de deter a degradação ambiental.

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